terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Passos passou ao lado de «reforma» como esta

Recebido por e-mail de amigo e, por constituir uma boa lição a seguir pelo Estado Português, se transcreve:

Lei de Reforma do Congresso de 2011 (emenda da Constituição do Brasil)

1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. E não terá aposentadoria proveniente somente pelo mandato.


2. O Congresso contribui para o INSS.(Instituto Nacional do Seguro Social) Todo o fundo (passado, presente e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O Congresso participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. Congresso deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

4. Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário.

5. Congresso perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde como o povo brasileiro.

6. Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõem o povo brasileiro.

7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.


A origem refere que a Lei foi promulgada e aprovada rapidamente, porque o povo o exigiu e a Presidente concordou. Seria muito sensato seguir esta lição para a Assembleia da República, as assembleias regionais e autárquicas. Num momento em que se prometem tantas reformas estruturais, esta seria oportuna e colocaria Portugal mais próximo dos exemplares comportamentos éticos dos políticos nórdicos tão citados em mensagens de e-mail.

O Brasil está de parabéns com esta lei histórica, e Portugal não devia ficar atrás.

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Passos e as "conversas em família"

Transcrição de notícia de jornal, seguida de NOTA:

Passos promete reformas para "democratização" da economia
Público. 25.12.2011 - 21:07 Por São José Almeida

Passos Coelho sublinhou que "2012 será um ano de grandes mudanças e transformações".

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, aproveitou o espaço televisivo da mensagem de Natal para olhar para o próximo ano e garantir que “2012 será um ano de grandes mudanças e transformações”, as quais “incidirão com profundidade nas nossas estruturas económicas”, com o objectivo de conseguir o que entende pela “democratização” economia.

Lembrando que já tinha anunciado que “2012 será um ano determinante” para “todos os portugueses”, o primeiro-ministro sublinhou que no próximo ano o país terá “muitos compromissos para honrar” e “muitos objectivos orçamentais e financeiros para cumprir”, mas frisou que será um ano importante “sobretudo porque temos muitas reformas estruturais para executar”.

Passos Coelho fez questão de apresentar as razões que encontra na sociedade portuguesa que justificam a sua atitude reformista da organização da sociedade e da economia e argumentou que “são estas estruturas que muitas vezes não permitem aos portugueses realizar todo o seu potencial, que reprimem as suas oportunidade”, mas que também “protegem núcleos de privilégio injustificado, que preservam injustiças e iniquidades, que não recompensam o esforço, a criatividade, o trabalho e a dedicação”, por isso, concluiu que “são estruturas que têm de ser mudadas”.

Transformação do país

Explicando o que quer dizer com democratização da economia, o primeiro-ministro explicou que quer “colocar as pessoas, as pessoas comuns com as suas actividades, com os seus projectos, com os seus sonhos, no centro da transformação do país”. E “que o crescimento, a inovação social e a renovação da sociedade portuguesa venha de todas as pessoas, e não só de quem tem acesso privilegiado ao poder ou de quem teve a boa fortuna de nascer na protecção do conforto económico”.

Para isso, prosseguiu, quer que “estas reformas nasçam de baixo para cima, para os que se propõe “criar as condições para que todos os portugueses, cada um dos portugueses, nas suas escolhas, com o seu trabalho, com as suas capacidades, construam o seu próprio futuro e, em conjunto, o futuro de todos”. E garantiu que “as reformas que o Governo vai executar foram pensadas para fazer dos homens e das mulheres de todo o país os participantes activos na transformação e na recuperação de Portugal”.

Referindo-se especificamente ao facto de falar no dia de Natal, Passos Coelho referiu que esta “ a importância de relações de amizade, de solidariedade e de confiança”, para sublinhar que “na nossa vida colectiva a degradação dos laços de confiança ao longo dos anos teve graves consequências na qualidade da nossa democracia, no nosso desempenho económico e na nossa solidariedade comunitária”.

Defendeu ainda que “a confiança é um activo público, é um capital invisível, é um bem comum, determinante para o desenvolvimento social, para a coesão e para a equidade” e que “são os laços de confiança que formam a rede que nos segura a todos numa mesma sociedade”. Prometendo em seguida que “um dos objectivos prioritários do programa de reforma estrutural do Governo consiste precisamente na recuperação e no fortalecimento da confiança”. E explicou que se referia “não só da confiança dos cidadãos nas instituições, mas também da confiança que temos uns nos outros, nas nossas relações profissionais, nas nossas relações sociais e nas nossas relações de cidadania”.

Até porque, concluiu o primeiro-ministro, “com mais confiança vem mais solidariedade, mais democracia, mais justiça e mais vitalidade social”. E isso só se consegue, segundo o mesmo Passos Coelho, com reformas. “Para construir a sociedade de confiança que queremos temos de reformar a Justiça, temos de tornar muito mais transparentes a máquina administrativa e as decisões públicas, temos de abrir a concorrência, agilizar a regulação e acelerar a difusão de uma cultura de responsabilidade no Estado, na economia e na sociedade”, garantiu.

NOTA. A memória faz que o tempo antigo seja recordado e, de tal recordação, surgem comparações que podem ser traduzidas em lições que distinguem o melhor e o pior, aquilo que deve ser repetido e o que deve ser evitado.

A comunicação social está a usar o verbo «garantir» quando se refere a simples promessas eventualmente bem intencionadas ou, pelo contrário, falaciosas.

As palavras da mensagem de Natal do PM são maravilhosas, mágicas, divinas, indo ao encontro de sugestões
aqui colocadas e reforçadas em posts posteriores. Mas, como ali se disse, o pensador que pretenda colaborar na passagem a «nova etapa de civilização» deve «usar de isenção, independência e apartidarismo», porque quem está comprometido e condicionado pelas soluções erradas que originaram a crise, não dispõe de real liberdade de pensamento e de acção para a mudança profunda que agora foi «garantida».

Quando comecei por falar de memória recordei-me de Marcelo Caetano que, pouco depois de assumir o cargo de «Presidente do Conselho de Ministros», iniciou regulares «conversas em família» em que começou por citar os diversos problemas do País que era necessário resolver e deixando a promessa de reformas profundas, em estilo semelhante ao agora usado por Passos. Em conversa com amigos, no dia seguinte, disse que se o anterior governo tinha a desculpa de não saber de tais problemas, este deixou de ter tal desculpa e tornava-se mais responsável no de não lhes dar solução. Aquela declaração de conhecimento da situação real foi um passo arriscado.

Essa impressão que me ficou veio a tornar-se concreta quando, um ano depois, noutra «conversa em família», veio a repetir vários aspectos que continuavam à espera de solução, o que não podia ser interpretado senão como uma confissão de fracasso, de incapacidade para resolver os problemas que tinha mostrado conhecer.

Ter boas intenções e fazer promessas deliciosas, de nada serve se as realidades não vierem a mostrar competência, capacidade, vontade e coragem para as concretizar.

Para bem de Portugal e dos Portugueses, será bom que Passos Coelho consiga ter mais êxito do que teve Marcelo Caetano e torne realidade as suas promessas de profundas reformas, que o País precisa.

A memória diz também que Sócrates iniciou o seu primeiro governo com belas promessas de reformas mas, ao querer concretizá-las, errou na metodologia, agindo contra quem devia ter sido chamado a colaborar, como juízes, professores, médicos, enfermeiros, farmacêuticos, militares e polícias.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cultura e Arte servem uma Boa Causa



Quando menos se esperava, 4 cantores líricos juntaram-se na Gare do Oriente e alto e bom som deram voz à DPOC. Uma acção que surpreendeu e marcou o dia mundial da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica), a 16 de Novembro. O momento, que durou alguns minutos, foi da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Pneumologia e da Fundação Portuguesa do Pulmão.

sábado, 26 de novembro de 2011

Despesas e iluminação feérica

Notícia de 22 de Outubro dizia que Barcelos apaga as luzes, mas paga férias, e que o presidente da Câmara prometeu resistir aos cortes nos subsídios e querer pagar aos funcionários com as poupanças que faz na iluminação pública.

Agora, em 25 de Novembro surge a notícia de que a Câmara de Alenquer ameaça retirar lâmpadas dispensáveis se a EDP não o fizer. A Câmara está na disposição de retirar centenas de lâmpadas de iluminação pública que considera desnecessárias depois de andar há mais de dois anos, segundo o presidente da autarquia, Jorge Riso, a tentar que a EDP o faça.

É escandalosa a iluminação feérica dos espaços públicos, muito acima do necessário e conveniente, que resulta em pesada factura a pagar pelos impostos dos contribuintes, só para benefício da EDP.
A imagem mostra uma avenida de Cascais que, como muitas outras, abusa da quantidade e potência das lâmpadas de iluminação pública. Para cúmulo, perto do local da foto, há um espaço privado, rigorosamente vedado com rede de arame, em cujo interior, em locais junto ao limite mais distante do espaço público, estão quatro candeeiros da iluminação pública, iguais aos da praceta contígua.

Os exemplos de Barcelos e de Alenquer merecem ser seguidos pelos restantes municípios, mas infelizmente, parece haver interesses ocultos que impedem a adequada gestão do dinheiro público.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

As Greves Justas e os Oportunistas

Não se pode nadar na estrumeira para onde a roubalheira, a corrupção e a impunidade nos atiraram sem reclamar. As greves têm razão de ser. Sobretudo quando um governo se aproveita da ocasião parra aprofundar um fosse já único na Europa pelo seu tamanho. Porém, nem todos os grevistas tem razão de fazer greve.

Com o salário mínimo mais baixo da UE, é injusto diminuí-lo ainda mais. No entanto, caso seja imprescindível, são os que mais têm quem mais deve contribuir. Sobretudo aqueles que mais cooperaram para o estado de desgraça. É exemplo que os que nos roubam impunemente não dão. Daí, talvez, que tantos aceitem greves absurdas sem se darem conta de que nem todas as razões são razão. Algumas são mesmo ultrajantes, camufladas e falsas, em que os grevistas seguem os exemplos dos culpados.

Os ferroviários e maioria do que trabalham nos transportes, por exemplo, usufruem de autênticas mordomias que, ainda que os valores sejam num grau bastante inferior, comparam-se às dos corruptos e ladrões que nas governam, relativamente à restante população.

Em cima dos salários, os ferroviários da CP, se fizerem o especial favor de cumprirem o seu contrato de trabalho e não faltarem um só dia num mês, apenas por isso recebem um subsídio de €230, mensal, evidentemente. Os maquinistas usufruem dum subsídio por quilómetro, como se a sua profissão não fosse a de percorrer quilómetros. Se num mês faltarem menos de 5 horas ao trabalho têm mais um subsídio de €68. Se no mês que se segue não tiverem uma falta, têm mais outro subsídio de €223. Os prémios por fazerem o favor de se apresentarem ao trabalho chegam a atingir os €6 diários, ao qual se acumula um outro anual.

No Metropolitano de Lisboa e na Carris têm 30 dias de férias. Nestas e ainda na Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA (S.T.C.P.), têm subsídio de reforma que a nivela com o último salário recebido. As reformas nestas companhias estendem-se para bem além dos €5.000 sem perda desse subsídio. Com baixa por doença, em cima do subsídio relativo ainda lhes é oferecido um complemento.

Estes grevistas, no activo ou reformados, com suas famílias e parentes próximos viajam de graça na maioria das empresas de transportes. Como revelado, para satisfazer esta única mordomia só a REFER gasta mais de M€4 por ano. Juntem-se-lhes os subsídios, prémios e outras mordomias dos directores e dirigentes, os desvios para as contas privadas, etc., e não será difícil de adivinhar uma das causas dos buracos nas empresas de transportes. Quando se conhece (escondido pela jornaleiragem imunda em benefício da corrupção) que em todos os países há décadas que os transportes públicos dão prejuízo e são subsidiados, compreende-se que se neles há buracos, em Portugal há uma fossa descomunal.

São estes os que fazem as maiores greves e que mais afectam a vida de toda a população. Querem que lhes paguemos todas as exigências de roubo absurdo. Todos os prejuízos que eles causam nos saem do bolso, mas querem que não se lhes toque e exigem ainda mais.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Na Peugada da Grécia

Não restam dúvidas e a melhor prova é aquela que se tem invariavelmente constatado: quanto mais os vigaristas corruptos falam e negam um determinado assunto, maior é a garantia da sua certeza.

Como o homem é o único animal que repete os seus erros e os portugueses não perdem nenhuma oportunidade para demonstrarem que seguem a regra com maior afinco do que a generalidade, os políticos estão certos de os enrolar mais uma vez. Os carneiros provam sempre a sua carneirice. Que diferença esperar duma corrupção superior à da Grécia?

A miséria será maior e mais profunda. Os falsos subsídios do 13º e 14º mês – que na realidade são parte integrante dos ordenados e das pensões por assim terem sido sempre tratados oficialmente e de facto – são intocáveis de acordo com o Decreto-lei n.º496/80 de 20 Outubro. Enquanto isto, os ladrões corruptos afirmam que os sacrifícios são partilhados, mas não cortam os seus ganhos como outros países fizeram. Os hipócritas limitaram-se a um bluff ridículo de 5%, o que equivale a uma chapada na população, continuando com ordenados superiores aos dos países ricos. Tendo em conta a realidade do salário médio e do custo de vida, são três ou quatro vezes superiores aos dos seus homónimos europeus e de além-Atlântico.

Cortam os ditos pseudo-subsídios aos ordenados e às pensões aos reformados e outros mais necessitados e auto-exceptuam-se, como se lê do orçamento publicado no Diário da República, 1.ª série, N.º 200, de 18 de Outubro de 2011, página 4659: €2.093.650 de subsídio de férias e de natal aos broncos da Lavandaria Nacional. Aqueles que dizem que nos representam quanto se apresentam a eleições, que fazem o contrário do que disseram e do que queremos, parem leis estúpidas que atrasam o país e impedem o seu desenvolvimento e perdem tempo infinito corrigindo as anteriores. Ladrões incapazes.

O primeiro acto da Maria da Assunção como chefe das osgas que de vez em quando comparecem no Palácio de São Banto, reformada aos 42 anos e acumulando pensão com ordenado (a esta canalha o roubo é permitido de todos os modos e constantemente ainda inventam mais) ao ocupar o seu posto de chefe de quadrilha, foi o de oferecer um BMW 320 ao Mota Amaral, pago com o dinheiro daqueles a quem cortam as pensões. Não é facto evidente que casos destes só podem ter lugar por os carneiros tudo consentirem? Acabem com eles: enforquem os ladrões e exponham-nos em praça pública como fazem na Arábia Saudita aos executados em público.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

13º e 14º meses não podem ser cortados

Segundo a notícia Associação Sindical dos Juízes considera eliminação dos subsídios “ilegal”, a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) afirma, num comunicado emitido hoje, que a suspensão dos subsídios de Natal e férias é “violadora da Constituição” e assegura que vai garantir "a protecção dos direitos fundamentais" dos portugueses.

A ASJP reconhece, na tomada de posição tornada pública no seu site, que “a situação difícil que o país atravessa (...) impõe sacrifícios a todos os portugueses e exige um grande sentido patriótico de responsabilidade e solidariedade”.

No entanto, sublinha que esses sacrifícios “têm de respeitar os princípios constitucionais da necessidade e da proporcionalidade”, isto é, devem incidir sobre “todos os rendimentos: do trabalho, mas também do capital” e que devem ser aplicados “de forma proporcional aos rendimentos”.

Para a ASJP, a decisão tomada pelo Governo de subtrair aos funcionários públicos os subsídios de férias e de Natal é uma “medida violenta, injusta, discriminatória e flagrantemente violadora da Constituição.

Os juízes acreditam que se trata de um “imposto ilegal, um verdadeiro confisco do rendimento do trabalho”, com consequências significativas para os portugueses.

“Esta medida diminuirá de forma drástica as condições de vida e dignidade humana de uma parcela dos portugueses (...) e conduzirá muitas famílias à insolvência económica e ao desespero, as quais se verão impossibilitadas de cumprir os seus compromissos”.

A ASPJ aconselha o Executivo a tomar decisões que “unam os portugueses” e não que os “virem uns contra os outros”, sublinhando que “há princípios fundamentais que um Estado de direito tem de respeitar”.

“O país parece caminhar a passos largos para uma tragédia económica e social”, referem os juízes. E, por isso, dizem estar disponíveis para “assegurar aos seus concidadãos que estarão sempre do lado da protecção dos direitos fundamentais dos mais fracos e desfavorecidos” e que “não caucionarão atropelos aos valores da justiça e do direito”.

Pode ser lido mais sobre este assunto em:

- Colocar as pessoas acima dos números
- A caminho do fim ?
- Equidade fiscal é imposição ética
- Erro ou intenção!!!
Corte do 13º e do 14º salários ou imposto?
- Qual o Futuro de Portugal ?

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Erro ou intenção???

É comum a opinião de que os governantes só agem sob pressão e não por previsão, antecipação ou planeamento. Agora surge um caso a confirmar.

Embora seja repetido que a austeridade para se sair da crise tem de ser suportada por todos sem excepção, surgiu a notícia Pensões vitalícias dos antigos políticos escapam aos cortes dos subsídios de férias e de Natal aplicados a quem tenha salários superiores a 1000 euros. Estes, em vez dos habituais 14.000 euros anuais passarão a receber apenas 12.000, o que é um «imposto» de 14,2857%.

Depois deste grito de alerta, surgiu a notícia Governo propõe que ex-políticos paguem “contribuição solidária”, alegando que estes não foram inicialmente atingidos por não se tratar de 13º e 14ª mês pois recebem apenas 12 vezes por ano.

A colmatagem desta lacuna agora notada só ocorre depois da pressão da opinião pública (veja-se a primeira notícia linkada). Daí outra ideia que hoje é muito repetida, o povo deve usar o direito à indignação e os cidadãos perigosos não são os que gritam e reclamam mas os que se calam e que ficam indiferentes.

Depois fica a dúvida se a lacuna ocorreu por incompetência dos governantes ou se foi por interesse de não ferir interesses dos «camaradas» e os seus próprios não criando um precedente que amanhã lhes contraria a ambição. Há quem defenda que não haverá incompetência na actual equipa governativa!!! E, pelos vistos ainda apresentam argumentos «lógicos»

Espera-se que os jornais estejam atentos para ver se os detentores de tais «remunerações» luxuosas contribuem para a crise, no mínimo, com a percentagem de 14,2857, aplicada aos trabalhadores que auferem o salário de 1.000 euros.

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Crise!
Qual Crise? Para Quem?

Este governo prossegue na mesma linha de corrupção iniciada pelo Cavaco e que, depois dele, todos os governos, sem excepção, se empenharam dedicadamente em engrandecer.

A medida mais gritante, inimaginável em democracia e que confirma a sua inexistência a qualquer pobre parvo que nela acreditasse, foi a sua decisão de esconder oficialmente a corrupção e o roubo, ambos já regulamentados por leis que legalizam ambos e protegem os autores. Os nomes dos políticos que pedem ao Estado a atribuição da pensão mensal vitalícia passaram a ser secretos.
Idem para a atribuição do subsídio de reintegração, outro roubo autorizado. Alguns até têm reformas de sítios onde nunca estiveram nem sonharam estar.

Quando o parlamento solicitou os dados atrás mencionados estes foram-lhes recusados em virtude de uma lei feita pelo mesmo parlamento (evidentemente), que proíbe a sua divulgação. Duas perguntas se impõem:
- Os deputados não conheciam a existência dessa lei que eles mesmos votaram, sendo assim ignorantes e incompetentes para as suas funções?
- Se pretendiam verdadeiramente obter esses dados por os acharem necessários, porque não modificaram a lei, já que ela lhes impossibilita o trabalho e isso estava nas suas mãos?
Estes acontecimentos patenteiam a ronha reles desses monstros de falsidade que dizem representar-nos.

O número de ex-políticos a gozar subvenção vitalícia não tem parado de aumentar, e é invariavelmente concedida. Já são mais de 400. Os encargos com estes chupistas não andam longe do milhão de euros mensais (links ao fim). Num ano custam uma boa parte da Segurança Social, de subsídios de desemprego, de subvenção dos transportes públicos (que como em todos os países dão perdas), etc., etc. é dinheiro que é sacado ao povo, destas e doutras instituições, para dar a chupistas oligárquicos que conduziram impunemente Portugal à miséria da população que não faz parte das oligarquias, famílias e amigos. Fazem inveja à máfia siciliana.

Então o impostor do ministro das finanças que pretende desculpar o aumento da taxa do IVA para 23% nas facturas do gás e da electricidade comparando-o com o que se pratica na maioria dos países europeus sem comparar os salários mínimos dos mesmos?

Ora vejamos alguns.

Suíça € 2.916,00
Luxemburgo € 1.757,56
Irlanda € 1.653,00
Bélgica € 1.415,24
Holanda € 1.400,00
França € 1.377,70
Reino Unido € 1.035,00
Espanha € 748,30
Portugal € 485,00

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Dizem-se Trabalhadores!

Há já tempo demasiado que os funcionários nos massacram com a sua incompetência em engatarem os nossos processos em geral e com a sua conhecida mândria, ininterruptas paragens e pausas no trabalho, bate-papo com os colegas, etc. Ultimamente mudou. Só que, como quase tudo em Portugal, a mudança foi para pior.

Tendo tomado conhecimento de que este governo se empenha em acabar com a mândria nacional, em que os funcionários detêm o Prémio Nobel, posto que nada podem fazer sem patentearem a sua desonestidade, tomaram medidas altamente agressivas contra quem lhes paga: Nós. A ronha e parasitagem estão imbuídas no comportamento geral nacional, mas nos funcionários atingem o completo sumo dos sumos. Intitulam-se de trabalhadores.

O roubo de pequeno material, o desleixe, a incompetência e o desinteresse por nos servirem com que nos tratam, transformaram-se agora no mais agressivo desprezo por quem lhes paga. Sabendo que as suas atitudes incivilizadas e de parasitas imbecis, de baixos sentimentos e maldade, vão ser atacadas por, neste caso, justas decisões governamentais, tomam medidas dissuasoras vingando-se em nós.

Só quem se lhes compare e neles se reveja pode aprovar um governo encabeçado por um criminoso1 e composto por uma baixa ralé2 onde predominam os ministros sem envergadura, ordinários, sacanas e vigaristas mesquinhos3, e fazendo disso bandeira como jamais aconteceu neste país. Fazem da ordinarice bandeira e com isso se pavoneiam porque o povo aprova (dá votos). Por isso tem o que quer e merece. É de certo o pior de sempre, mas relativo ao grau que a mentalidade nacional atingiu. Todavia, as medidas acertadas devem ser reconhecidas em quaisquer circunstâncias. Não vamos agora aprovar o caixeiro-viajante que anda a vender Portugal aos sugadores estrangeiros e nos vai deixar uns miseráveis deserdados, quando se desaprovou o outro caixeiro-viajante que tentou vender o impingir o lixo português aos outros países para entrarem alguns cobres. Tanto o certo como o errado devem ser denunciados, seja de que lado vier, e a decisão de acabar com os calões improdutivos é de certo uma das mais necessárias, benéficas e mais bem vindas a nível nacional. Quer eles se intitulem ou não de trabalhadores.

Só quem não necessitou ultimamente dos serviços da administração pública pode não estar ao corrente. A corja dos já tradicional e monstruosamente calões, num acesso de pura maldade, na insustentável reivindicação do direito à mândria, tomaram a decisão comum de diminuírem drasticamente a sua já mais baixa produtividade no país onde ela já é a mais baixa da Europa. Se já eram lentos passaram a sê-lo bem mais para queimarem o tempo e se fingirem ocupados. Se passavam tempo em saídas ao café ou a tratar dos seus negócios, passam agora muito mais. As baixas por motivos de saúde subiram a pique – as férias foram-lhes adversas à saúde, não as deveriam ter, já que nem as merecem por não as ganharem. Para acrescerem o prejuízo causado, o serviço de informação do tempo de espera deixou de funcionar e ainda desligaram o de SMS. Poderão mostrar um maior desprezo por quem lhes paga tudo o que ganham? Não se querem escravos, mas quem faça simplesmente o trabalho que lhe é pago.

Sabemos que por enquanto os calões ainda não foram corridos. Sabemos que o trabalho desses parasitas não aumentou sensivelmente nos últimos tempos. Donde o que se segue não pode por isso ser justificado. Pois quem seja obrigado a necessitar dos serviços do estado verificará o exponencial aumento do tempo de espera. Nalguns locais as suas atitudes são mesmo uma afronta descarada e maldosa aos utentes. Nas lojas do cidadão, que fecham às 19h00, nos serviços do estado com mais concorrência habitual, como a Segurança Social, os canalhas param a distribuição de senhas de atendimento cerca do meio-dia. Grande parte encontra-se em baixa médica fraudulenta, o que é uma burla e faz deles criminosos.

Que se passa, então? Todas estas atitudes foram recentemente tomadas no pretendido fingimento de mostrarem ser poucos, tentando convencer a população e a administração de que fazem falta e não devem ser corridos da mamadeira. Isto, no país da UE com a maior percentagem de funcionários relativamente ao número de habitantes. Fora com os calões para diminuir os encargos do estado – os nossos. Não ganham muito, mas já ganham mais do dobro do valor que merecem. Paralelamente, diminua-se a burocracia, que impede o crescimento, promove a corrupção e faz aumentar o número de funcionários.

Estes trabalhadores são ladrões do erário público. Não como os políticos, mas roubam igualmente e como são tantos a roubar o roubo não pode ser pequeno. Fora com os calões, ladrões, vigaristas, parasitas e burlões, que também impedem o crescimento, fruto duma cultura implantada pelos interesses da corrupção política, como previsto e exposto há décadas4. Nem outras consequências se podiam ter esperado dum povo tão atrasado que nunca compreendeu na armadilha em que caía constantemente. Um povo completamente embrutecido por uma jornaleiragem em aberto conluio com os corruptos políticos em cujas mãos entregou os miseráveis depois de os desmiolar, como quem entrega carneiros mansos no matadouro.

sábado, 24 de setembro de 2011

Não Há Regra Sem Excepção

No decorrer de adopção de medidas que atacam a população em geral, sem quase tocar aos privilégios e roubos autorizados dos que legislam na pura intenção de manterem a impunidade dos seus crimes, surge uma decisão que, longe de ser a única necessariamente urgente nesse sentido, contribuirá visivelmente para aliviar a miséria nacional.

Trata-se da determinação de juntar a improdutividade às causas justas para despedimento de empregados calões. São medidas normais existentes em todos os países democráticos. Por que razão é que um qualquer parasita pode ter direito a um ordenado que não ganha? As greves dos sanguessugas que ocupam os postos de trabalho sem desenvolverem actividade aceitável são no mínimo declarações de parasitagem a que se crêem com direito por exemplo dos outros parasitas partidários que ocupam, eles também, cargos políticos por nomeação.

Aqueles que criticam os raros que trabalham, os quais são mal vistos pela generalidade dos mandriões, são uma das muitas causas do empobrecimento nacional. Através dos anos, chegou-se a este abuso, cujo fim se tornava mais urgente a cada dia que passava por diminuir drasticamente a produtividade global nacional. Aprofundaram o empobrecimento das empresas e um número de funcionários desnecessários sugam o dinheiro dos impostos sem qualquer justificação por ser preciso um maior número de calões para o trabalho normal. Os enfermeiros, por vezes encontrados pelos corredores dos hospitais aos montes em bate-papo, são outro caso idêntico. Quantas vezes os funcionários nos estão a atender e atendem uma chamada telefónica particular? Nada disto é permitido em países mais ricos. Por isso que o são. Roubam as empresas e o estado por gozarem ordenados não justificados pela existência de trabalho e aos quais, obviamente, não podem ter direito legal, por não haver trabalho justificativo a retribuir. Roubam ainda as empresas e o estado, apoderando-se de tudo a que podem deitar a mão e levar para casa. Não são ladrões ao nível dos políticos que lhes proporcionam o exemplo, não deixando porém de ser menos ladrões. Estes factos justificam-se plenamente por os pequenos ladrões votarem (aprovarem) naqueles que os roubam.

Os que compõem essa corja intitulam-se de trabalhadores, nome adoptado com dois fins distintos: primeiro políticos para atraírem os votos dos mais pobres, depois pelos próprios para esconderem a intenção real de que não querem trabalhar.

Não podemos ser tão ingénuos ao ponto de acreditarmos que a intenção do governo foi pura e simplesmente de aumentar a produtividade nacional. Foi um aproveitamento das circunstâncias, tal como outro que têm mostrado mais claramente, como a oferta de implantar medidas mais pesadas do que as acordadas com o triunvirato que comprou o país. Só que esta, ao invés das restantes, tem utilidade concreta. Chega de continuarmos crédulos, que a maioria das medidas deste governo conduz à morte e ao assassínio dos portugueses; directamente devido ao empobrecimento drástico e aos cortes na saúde e diminuição de implantes; ou indirectamente por razões psicológicas derivadas pela miséria instantânea, como vemos no que se passa na Grécia, onde os suicídios aumentaram 40% nos primeiros cinco meses deste ano.

Segundo Fernando Ulrich, publicado pela Agência Financeira, as medidas adoptadas pelo FMI contra a crise mundial são «erradas, absolutamente lamentáveis, e estão a ter consequências muito negativas para todo o sistema financeiro internacional, incluindo países fortes e bancos muito grandes e considerados fortes. A insistência do FMI é desastrosa, não tem nenhum suporte técnico e não contribui em nada para melhorar a situação da economia mundial.» Segundo ele, estas medidas estão na base do prolongamento e agravamento da crise.

Será que este governo irá adoptar medidas no interesse do país? Até agora não o mostrou e pelo palrar não vai fazê-lo. Vai continuar a escravizar e a matar a população. a inclusão da improdutividade nas justas causas para despedimento não foi mais que uma excepção apenas decorrente de outras ideias, que por acaso é útil.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Frases Célebres do Coelho Para Recordar

Vale a pena coleccionar algumas frases, ditos, apartes, afirmações, comentários ou outros pequenos acontecimentos para recordarmos mais tarde e podermos avaliar com realidade os casos em causa ou a sinceridade ou honestidade daqueles que com elas se comprometeram apoiados em factos reais.

Eis pois algumas frases em que o Coelho empenhou a sua palavra e o pouquíssimo que lhe resta duma honra já bem roída por um acórdão de condenação dum tribunal criminal sem falar noutras vigarices em investigação agora provavelmente suspensas. O criminoso que o autor principal da miséria actual nacional, o Cavaco, pois, escolheu para acabar de enterrar o país: um criminoso que agora se nos revela ainda como um pantomineiro de meia-tigela, aldrabão e vigarista. Só em Portugal, um criminoso condenado pode ocupar lugares de relevo no estado e até ser nomeado primeiro-ministro, havendo quem lhe chame democracia.

A regra nacional é: quanto mais ordinário for, maior será a sua aceitação política e a sua bestialidade reconhecida como mérito. Nunca um governo teve tantos ministros rascas e ordinários e até um criminoso como o actual. Veja-se no artigo precedente, entre tantos outros. Quer tiver princípios que reflicta sobre a realidade.

Ouçamo-lo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Fome e Miséria Para Uns – Esbanjamento Para Outros à Conta da Miséria dos Esfomeados

O governo anunciou um assassínio em massa para muito em breve. Quem o ouviu, decerto o compreendeu. Todas as prestações do sistema de saúde vão ser reduzidas. Apenas para os que não possam pagá-las, entenda-se bem, porque se estes não podem pagá-las, outros podem. Até existe uma linha de tráfico de influências para se tratarem no estrangeiro à nossa custa.

A declaração mais clara a este respeito foi o anúncio de que iriam assassinar a maioria dos que necessitam do implante dum órgão para poderem viver. A declaração da intenção de matar mais clara seria impossível, pois que foi literalmente mencionada na reportagem que a mostrou.

Isto é intolerável, pois que nenhum estado das finanças o justifica. Temos dois exemplos de serviços de saúde autofinanciados: o da Suécia e o da Suíça. São sistemas opostos.

O da Suécia é do género do nacional, mas sem os problemas portugueses: ao pessoal não lhes chamam «trabalhadores», mas trabalham: cada imposto ou contribuição tem o seu destino e nunca vai para um saco azul da corrupção, donde as contribuições para a saúde estão separadas das outras.

Na Suíça os impostos e as contribuições também têm destino. O serviço nacional de saúde é 100% privado, financiado a 100% pela população e 100% igual para todos, sem excepções. Apenas aos raros que não possam pagar, o estado subsidia os prémios das seguradoras.

Portanto, como e porquê reduzir as prestações por causa dum eventual buraco financeiro do governo? Que políticos merdosos temos, incapazes até de copiar o que já está feito e comprovado com bem? Para o que está errado é que não há hesitação, copia-se logo. Facilmente transformaram Portugal na estrumeira mundial que passou a ser.

Outras referências ao sistema de saúde serão publicadas ou republicadas por se tratar de casos de abuso e de malvadez extremamente graves.

sábado, 20 de agosto de 2011

Anticorrupção.Todos com o indiano Anna Hazare

O Indiano Anna Hazare (verdadeiro nome Kisab Baburao), de 74 anos, está em greve de fome em defesa de uma lei eficaz contra a corrupção. A Índia, principalmente os jovens, já há muitas décadas que não saía à rua em massa em apoio de uma causa de valores éticos, como agora.

Estudantes, agricultores, funcionários públicos, gente de todos os sectores da vida nacional gritam contra o flagelo que lesa os interesses da maior parte da humanidade.

Anna Hazare já em Abril fez uma greve de fome que levou o Governo a prometer criar uma agência contra a corrupção. O projecto de lei foi apresentado no início do mês e está agora a ser analisado por uma comissão parlamentar. A pressão, agora, é para que a lei seja geral e não fiquem imunes os juízes e os elementos dos gabinetes do Governo.

E por cá? Onde estão as propostas do engenheiro João Cravinho datadas de há meia dúzia de anos??? Quando se retoma, a sério, essa medida adiada?

Imagem do Google

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Nova Explosão
Novamente Abafada

Explodiu de novo em Inglaterra. Não é novidade, as explosões sucedem-se há anos, principalmente lá e na Alemanha. A frequência não tem parado de aumentar desde há cerca de duas décadas, mas há já alguns anos que quase deixou de se ouvir falar. Passaram a ser abafadas em nome do multiculturismo e a acusar de racistas àqueles que expõem a sua origem.

Os jornais nada dizem sobre essa origem. Só a internet permite uma auscultação mais próxima. Os jornais na internet raramente mencionam a origem, mas também raramente apagam os comentários, como por vezes se constata em Portugal. É neles que se reconhece a opinião popular e não nos noticiários ao serviço das multinacionais que pagam as campanhas eleitorais da política corrupta e se tornam seus mestres e donos. Estes, bombardeando-nos constantemente com mentiras que defendem os interesses dos grandes capitais. Os grandes capitais estão interessados na imigração para mão-de-obra barata dos latifundiários internacionais que cada vez mais se aglomeram.

Como exemplo a uma escala muito pequena, não há ainda muito que vimos Sonaecom, do grupo Sonae, apoderar-se do Clix e pouco depois da Rede4. Sob uma enorme propaganda publicitária de baixas de preços, os clientes da Rede4 viram as suas tarifas aumentadas e regalias confiscadas. Sempre dizendo que tudo era melhor e mais barato. Os lorpas acreditam e compram. Como sempre. Os carneiros, como se lê nos sites dos jornais ingleses.

sábado, 6 de agosto de 2011

Destruição Nacional
Segunda Vaga

Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.


No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.

O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!

Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.

O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.

Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)

Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.

Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.

Em vez de cortar na gordura, corta na carne e deixa a gordura. Entretanto, o Cavaco escreveu «este é o momento para recuperar forças e ânimo para um novo ano que será de grande exigência», mas não recomendou exigências na redução das despesas ao funcionamento do governo, que está a fazer o contrário da sua banha da cobra na campanha eleitoral. O autor já tinha prevenido em vários artigos como o Coelho chamava estúpidos aos portugueses e mais uma vez se verifica como é fácil de desmascarar um impostor. Houve quem tivesse apodado a visão clara de partidarismo. A estes e aos lorpas que nele votaram de nada serve reconhecê-lo agora e reclamar: assim o quiseram, assim o têm. O costume, não?
[Note-se neste post que o professor sabe como e onde colocar o símbolo do euro (€) que a maioria dos iletrados ignora e imita a jornaleiragem de ignorantes pedantes e barrascas.]

terça-feira, 26 de julho de 2011

Explosão Abafada

Após os grandes scoops jornaleirsticos sobre a carnificina na Noruega, começou-se a abafar o caso, ou melhor, a desviar a atenção da possível realidade, aliás muito mais provável do que aquilo em que querem que acreditemos

Nem todos os meios são bons para atingir os fins. Certamente que haveria outros métodos e que o Anders Breivik não tirasse a vida aos seus próprios compatriotas, ou pensaria ele que o tempo urgia e que algo chocante seria indispensável? Mesmo assim, não se justifica tal matança bárbara. Foi longe demais e merece ser condenado pelo seu exagero. Este facto, porém, não pode desmentir a maioria dos argumentos que elege no vídeo citado nos noticiários. Embora lá encontre algumas misturas que parecem incorrectas, o fundo é correcto.

Para se ter uma ideia mais certa sobre os sentimentos dos povos, nada melhor que ler os seus comentários na página do seu vídeo. Constatar-se-á que os há três opiniões que sobressaem. Uma é a dos muçulmanos e não vale a pena contar aqui; outra, é a dos seus mesmos compatriotas que condenam a acção sem mais juntarem; outra ainda, a maioritária dos europeus, é a dos seus mesmos compatriotas que compreendem e apoiam a sua intenção, mas que na maioria também o condenam. Muitos comentários contrariam a realidade, como aqueles que o tomam por neonazi, quando o próprio vídeo expressa claramente o contrário. É considerado anti-racista, pró-homossexual e pró-Israel.

Desde o dia do ataque que se desconfia que ele tenha tido o alto patrocínio da Mossad. Começam a levantar-se sérias dúvidas sobre isso. Porém, tudo nos é ocultado. Não parece possível que uma única pessoa pudesse organizar uma acção tão especializada e complicada como a jornaleirada nos quer convencer.

Alguns sites dignos de leitura referem o caso. Sionistas dizem que não lamentam os que morreram: «Nós judeus não somos cristãos. Na religião judaica não há nenhuma obrigação de amar ou lamentar o inimigo». (comentário 41) Outros chamam-lhe «justiça profética». É evidente que para esse povo, os sentimentos humanos pelos outros não têm valor. Ser judeu é muito diferente e pior do que ser árabe. Há árabes cristãos ou de outra religião, mas não não judeus. Ser judeu um misto de raça, religião e intolerância. É desumanização superior à da chária muçulmana.

Do lado palestino, a visão é outra. A Voz da Palestina também acusa os EUA de incitamento à campanha de Israel em sitiar os palestinos.

O facto é que, como se pode ler, tanto do lado sionista como do palestino, o massacre deu-se no dia seguinte àquele em que um ministro visitou a juventude do Partido Trabalhista, precisamente aqueles que no dia seguinte seriam assassinados pelo Breivik. O chefe do movimento (Eskil Pedersen), que deu uma entrevista a um tabloid norueguês disse que ia pedir ao ministério dos negócios estrangeiros um boicote económico de Israel até que acabassem com a matança em Gaza, libertassem esse campo de concentração, acabassem com a construção em terras colonizadas, reconhecessem o estado da Palestina e devolvessem todos os territórios roubados desde 1967. Talvez inútil, tendo em conta o que se segue.

De facto, a Noruega, país profundamente democrático, não pôde continuar a apoiar Israel, como o fizera durante algumas décadas, em vista do seu continuado comportamento contra os Direitos Humanos e incumprimento das decisões do Conselho de Segurança das NU, os métodos usados pelos sionistas, criminosamente apoiados pelos EUA, desde há muito ambos os maiores obstáculos para a paz e não só na região. Os EUA apoiam qualquer ditadura e sistema desde que lhes convenha financeiramente. Tanto apoiam Israel como a Arábia Saudita.

Este último é também um dos casos mais antidemocráticos apoiados pelo ocidente. Já começou mal. A França e a Inglaterra estiveram na base da fundação daquele país constituído por inúmeras tribos que viviam na região, cada uma com seu chefe e mais ou menos independentes, que a união, tal como anda hoje, nunca foi julgada de grande interesse pelos árabes. Faiçal era um dos principais chefes, mas não o único, que se fazia chamar de príncipe. Juntamente com ingleses, franceses e futuros israelitas (a sabra Golda Mehir e o chefe dos terroristas que assassinavam os ocupantes do então protectorado, Bem Gurion, mais tarde presidente de Israel, claro, e cujo nome foi dado ao aeroporto de Jerusalém), resolveram entregar o novo estado da península arábica a Faiçal e este decidiu de lhe dar o nome da sua família, Ben Saud – daí a designação Saudita. A Arábia dos Sauditas, ou seja, da família Ben Saud. Afastou os outros chefes que não se lhe submeteram à facada e ele mesmo teve morte idêntica aí pela segunda metade da década de 1970, se bem me lembro. O reino, propriedade privada da família Ben Saud, é evidentemente administrado apenas pela família. Com a bênção dos EUA, o país que passa a maioria do tempo a apregoar democracia e que se pretende impor como um exemplo a seguir. Se os outros admitem…

Neste contexto, Israel sionista tem perpetrado os maiores crimes humanitários desde os genocídios dos castelhanos nas Américas. Impunemente, graças aos EUA exercem sempre o seu direito de veto no Conselho de Segurança da ONU para impedir que os seus actos malignos lhes acarretem sanções. Isto não pode ser aceite num país realmente democrático. Daí, o boicote planeado a Israel pela Noruega, assim como imensas outras medidas, sendo as mais significativas o seu afastamento de investimentos ou participação no que quer que o estado sionista esteja associado. Destas medidas, as mais conhecidas são talvez as dos negócios e explorações petrolíferas.

Breivik, não é nazi, como alguns afirmam. O que se pode ler claramente nos seus escritos e ver no vídeo fazem dele um ferrenho anti-nazi, não obstante a desinformação ter dito o contrário. É, porém, um adepto do sionismo, o que não é melhor, mas isso nem foi mencionado nos noticiários por ser demasiado significativo contra alguns interesses. Não convém porque existe a possibilidade de que Israel o tenha utilizado como um «shabath goy» (descrição mais completa) para perpetrar o massacre no tradicional dia santo judaico após o ter ajudado na preparação. Também não é provável que ele o venha a confessar, precisamente devido à sua dedicação à causa sionista. Se assim foi, a sua confissão desvalorizaria ainda a sua causa própria: evitar a islamização do seu país e da Europa, a destruição da nossa civilização.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Explodiu!

Os acontecimentos destes últimos dias na Noruega não são mais do que o levantar da ponta de um véu sobre o resultado dos governos europeus terem obrigado a polícia e os bombeiros a esconder, proibindo-os de revelar a realidade à imprensa. A isto junta-se ainda a irresponsabilidade e pura estupidez jornaleira em que uns 90% a 95% acredita e tenta impingir a ideia de que na conjuntura mundial vigente é possível incluir semitas (muçulmanos e judeus) numa multicultura europeia.

Sim, poderia ser possível, se os EUA não tivessem provocado a clivagem que impuseram no médio oriente em defesa do espírito do mal nazi que habita no povo maldito de Israel sionista. O desaparecimento ou a exterminação dessa ramificação judaica seria a maior contribuição para a paz mundial. Sem essa semente do mal poderia talvez formar-se uma monocultura euro-judaico-muçulmana. Todavia, com os espíritos dos perseguidos pelos EUA revoltados e ao rubro, nem uma miragem chaga a ser.

Este sentimento tem sido aproveitado por organizações extremistas e terroristas para angariar militantes com uma aumentada facilidade, fomentando o seu crescimento. De nada serve lutar contra eles enquanto se lhes incrementem as condições de existência e de expansão.

Se os EUA não solucionarem o problema que eles próprios criaram no médio oriente e a Europa continuar com um cachorro, atrás e a dar ao rabo, que outro país – talvez o Irão – tome a iniciativa de o fazer. Como estamos, a Europa corre cada ano mais e maiores riscos face à sua indecisão e tolerância do mal. Vamos nós ou a s nossas famílias morrer em ataques anticondescendência europeus face ao mal?

Entretanto, os governos, com o conluio dos grandes conglomerados da desinformação, iludem as populações, fazem-lhes acreditar que uma multicultura europeia é possível nestas circunstâncias. Antes (e depois) dos tumultos de 2009, em França, foram ocultados muitos acontecimentos. Notícias do género da padeira que correu com um magrebino da sua padaria provincial armada duma caçadeira, na década de 1980, deixaram de aparecer na imprensa. A França tem culpas diferentes e mais agravantes que os outros países por ter sido ela mesma que, durante a década de 1960, foi contratar um grande número de magrebinos para as suas fábricas de automóveis. Construíram-lhes bairros (guetos), que quando, menos de vinte anos depois, as fábricas deixaram progressivamente de exportar, salvo para países do terceiro mundo (como Portugal) e seus territórios ou DOMTOM (ultramar francês – não, não rejeitaram as suas colónias como Portugal), foram obrigadas a reorganizar-se, modernizar-se e fazer despedimentos em massa e o estado nada fez para evitar que a miséria desses imigrantes convertesse os seus guetos em antros do pequeno crime pela sobrevivência. Os filhos e os netos, que sofram com os pais, odeiam justamente os franceses.

Não é o mesmo em toda a Europa, mas cada país tem os seus problemas semelhantes. Escondem o descontentamento dos autóctones em serem literalmente colonizados pelos imigrantes. Destroem os valores, as tradições e o modo de vida seculares, a religião e os costumes dos povos. Trocaram a política lógica e correcta de imigração em que os imigrantes deviam adaptar-se aos países que os acolhiam pela obrigação dos nacionais a submeterem-se ao modo de vida e cultura dos imigrantes. Erro colossal que os povos, assim colonizados se recusam aceitar, não obstante o encobrimento do facto pelos governos, que escondem actos populares espontâneos originados na revolta e desculpam actos de imposições da parte dos imigrantes.

Na Grã-Bretanha, a maioria dos muçulmanos nas gerações de cerca de 15 a 25 anos de idade apoiam abertamente a Al-Qaeda e todas as suas façanhas terroristas. Embora mais tolerante, o povo inglês não pode nem quer aceitar a sua verdadeira perda de independência. Na Alemanha, na Suécia, na Noruega e na Itália as revoltas populares vêm há muito aumentando, mas continuamente encobertas pelos respectivos governos que dão instruções à polícia e aos bombeiros para esconderem os factos a uma imprensa já por si dominada pelas grandes empresas de comunicações e povoada por gente crédula, como citado acima. Continuem assim e não se admirem pelas consequências.

De sublinhar que nos raros países em que a imigração não é excluída, mas controlada, estes casos não têm lugar. No caso da Suíça, existem quotas de imigração por origem adaptadas às circunstâncias nacionais. Os imigrantes são distribuídos pelos cantões e neles fixados, por cotas, evitando a formação de guetos, favorecendo a sua adaptação ao modo de vida, aos vizinhos, ao clima, ao país em si. «De 5,9% em 1950, a proporção de estrangeiros não cessou de aumentar para atingir 21,7% em 2009. E o aumento prossegue.» É de longe o país europeu com a maior percentagem de imigrantes e refugiados, com cerca do triplo da média daqueles que mais imigrantes albergam, exceptuando os casos especiais do Luxemburgo, da Estónia e da Lituânia. Porém, os problemas aqui em questão não têm lugar nesse país. Os imigrantes adaptam o seu modo de vida ao do país que os recebe em lugar de quererem colonizar os autóctones e de lhes impor o seu próprio modo de vida. Não estão contentes? Desopilem. Prevarica? São repatriados após julgamento e cumprimento de pena, directamente à saída da prisão. Nestas condições não admira que a população os aceite nem que não haja demonstrações contra eles.

Portugal, ainda bem longe dos 5%, já demonstra problemas básicos. A taxa de emprego dos imigrantes é superior à dos nacionais. Alguma coisa parece estar errada. Os gráficos no site da Presidência da República apenas consideram os países da UE, como se os restantes não fossem europeus. Alarves.

sábado, 16 de julho de 2011

Cavaco, o Chefe da Quadrilha que Desgraçou o País e Assassina os Cidadãos

Que o bandido destruiu as pescas, a agricultura e a indústria é do conhecimento geral, embora a corja jornaleira encubra tanto quanto pode, a fim de provocar a sua eleição e reeleição por um povo desinformado e por ela embrutecido. Muitas dos seus feitos gloriosos, porém, não voltaram ainda à superfície e continuam escondidos e abafados pela mesma corja jornaleira que manipula as notícias.

Quem colocou os primeiros professores a contrato, simultaneamente aumentando os próprios vencimentos e da malta do partido em serviço no governo, direcções, gestores, deputados, em 51%?

A máfia cavaquista caiu em cima dos fundos europeus de coesão -- destinados a preparar Portugal para o futuro, agora -- com enorme sofreguidão. Roubaram quanto puderam para eles, para as famílias e amigos. Canalizaram parte desses roubos para as suas contas em bancos e offshores. Tão fascinados ficaram com o assalto que se esqueceram de cuidar da economia. Os sobejos do que restou do gamanço e que ainda eram muito, puseram-nos a circular para a população ter a ilusão de que tinha enriquecido e não precisava mais trabalhar – dá sempre votos dum povo desnorteado que nem de se aperceber das consequências é capaz..

Fazemos aqui um aparte para nos perguntarmos: se fôssemos cidadão dos países que mais contribuíram mandando para cá o dinheiro que pagaram com os seus impostos e víssemos o que o governo do Cavaco fez dele, engendrando a miséria que se vê, estaríamos dispostos a dar-lhes mais?

Não foi ele também o inaugurador das instituições, das fundações e das empresas públicas e semipúblicas, das parcerias publico-privadas, etc., para albergarem os parasitas das máfias? Não foi ele quem inventou os 25 conselhos fiscais das empresas públicas, constituídos por cinco parasitas cada, pagos a Esc. 250.000$00 mensais cada para se reunirem uma vez por ano? (De notar que o símbolo € substitui Esc. e não o $, como os animais pedantes jornaleiros começaram a escrever e os iletrados ignorantes logo papaguearam.)

Já se esqueceram todos de quem era o mentor dessa corrupção e que queria que o governo do Guterres lhes pagasse indemnizações astronómicas quando saíssem? Porém, o Guterres limitou-se a anular o Decreto-Lei que os tinha nomeado mediante outro DL! Também diminuiu o número dessas comissões de parasitas, mas não teve a coragem de acabar com elas para os seus boys. Lixaram-se e esse mentor passou a odiar quem os lixou e a justiça com que foi feito. O povo foi de tal modo desmemoriado que esse palhaço de vigarista-mor, mordomo do cavaquismo, pode andar agora a pavonear-se por aí armado em cavaleiro anticorrupção com a sua banha da cobra, que ninguém se recorda: o Rui Rio, pois é, paspalhões de garganta.

A região dele tem mais de 50% de beneficiários de RMG, ele diz que se deve acabar com esses subsídios e essa ideia-crime leva os pacóvios a votarem nele. Muitos recebem esse subsídio indevidamente por incapacidade dos irresponsáveis que lho atribuíram e esses, sim, deveriam reembolsar o estado, mas denunciá-lo não dá votos, dá mais abastardando a verdade, como faz o vigarista. A maioria dos políticos são da sua região e ele reclama contra Lisboa, como se o local onde eles se encontrassem (fosse Faro, Guarda ou Bragança) pudesse ter algo a ver com os corruptos; e os mesmos parrecos espertalhaços bebem-lhe o vomitado e votam nele.

Que direito a reclamar pode ter alguém que aprove estes mafiosos, pais da corrupção nacional? Os tripeiros acham-se tão espertos, mas deve ser só das orelhas, que como se vê pelo comportamento são como a restante populaça, sem qualquer diferença, nem mais carneiros nem menos carneiros: iguais. É geral. Os políticos logram-nos com a mesma facilidade com que o fazem com a restante população: usam os seus fracos e anestesiam os inocentes com histórias de embalar para lhes sacarem votos. A imaturidade política sem igual é geral.

O Catroga fez um Decreto-Lei para aumentar a sua reforma e outro que, para acabar com a concorrência que a Cabos d’Ávila fazia a empresas que ele administrava, a impeliu à falência. É um dos exemplos que mostram bem que políticos ligados a finanças ou são corruptos ou acabam por o ser. Jamais chegar a faísca perto do carburante.

Diminuindo drasticamente as vagas para medicina (1, 2), o Cavaco tem assassinado uma boa parte da população, cortando-lhe o acesso à assistência médica e aumentando as esperas do modo que se conhece, em que se obtém uma consulta depois do mal se ter tornado crónico ou se ter morrido.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Todos pelo AMBIENTE

Al Gore quer encontrar novas soluções para alterações climáticas
Jornal de Notícias. 13 de Julho de 2011

Al Gore vai dar mais um passo na campanha de alerta sobre as alterações climáticas. O antigo vice-presidente dos EUA, que se tornou conhecido pelo activismo na área do ambiente, vai promover, em Setembro, um evento de 24 horas com a presença de cientistas, celebridades e empresários para debater soluções para a "crise do clima".

Ainda sem uma agenda definida, o evento denominado "24 Horas de Realidade", organizado por Al Gore, vai durar um dia completo, mas apenas uma hora em cada fuso horário.

A acção de sensibilização vai começar às 20 horas do dia 14 de Setembro em cada uma das cidades escolhidas em cada fuso horário, como, por exemplo, Londres, Nova Iorque ou Pequim.

O mote para a acção de sensibilização para as alterações climáticas é o facto das mudanças do clima não serem um problema individual, mas sim "o nosso problema". Com base nesta premissa, o projecto fundado por Al Gore quer juntar as pessoas para conseguir encontrar "soluções reais, sistémicas e inovadoras" para aquilo que classifica de "crise do clima".

Com este evento de um dia, Al Gore quer mostrar que é possível mudar o mundo em apenas um dia, tal como as alterações climáticas podem fazer mudar a realidade em pouco tempo.

PROPOSTA: Proponho que nos blogs e na troca de e-mails se difunda toda a literatura existente sobre ecologia e ambiente, por forma a ficarmos muito atentos ao problema e seguirmos com atenção as actividades organizadas por Al Gore em 14 de Setembro. O problema das alterações climáticas é de cada um e de todos colectivamente.

Imagem do Google

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Imposto extraordinário e justiça social

O anunciado «imposto extraordinário» que consiste no corte dos subsídios de Natal, também conhecido por 13º mês, acompanhado de uma tabela das percentagem aplicáveis aos diversos níveis de salário, tem sido alvo de críticas, porque onera mais a classe média do que a classe alta.

Efectivamente, não é justo que em proporção sejam os mais pobres a pagar a crise: Vejamos quais os valores do subsídio de Natal a receber, nos diversos níveis de salários:

Quem ganha 2000 recebe 1242
Quem ganha 3000 recebe 1742
Quem ganha 5000 recebe 2742
Quem ganha 10000 recebe 5242

Assim se aumenta o fosso entre ricos e pobres

Para haver a justiça social de que tanto se fala, parece que seria mais adequado, por exemplo, que até aos 2.000 de salário recebessem o total do salário mensal, que acima desse patamar e até aos 5.000 recebessem o mesmo (2.000) e que, daí para cima, não recebessem nada, o que pouca diferença faria no seu nível de vida.

Bem sabemos que será necessária muita coragem ao Governo para enfrentar os mais poderosos. Mas é nestas situações que se mostra a autoridade moral !!! Mas não seria impossível adoptar uma solução baseada nesta sugestão pois até o Líder dos empresários apoia imposto e diz que consumo no Natal "é um disparate". Realmente, em época de crise, seria sensato afrouxar a ânsia de consumismo e de ostentação em dissonância com a realidade actual.

Imagem da NET

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Intelectuais são perigo social


Palavras de Eduardo Galeano que devem ser ouvidas com atenção.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Quem Cala Consente
Quem Vota Aprova

«Mudar a sério», diz o aborto do PSD. Que é isso de PSD? O nome é falso, o partido é outro.

«Querem destruir o sistema de saúde», diz o vigarista do PS, quando a mezinha que fez condenou esse mesmo serviço. Que é isso do PS? O nome é falso e o partido também é outro.

Um fez um erro fenomenal e o outro quer aproveitar-se para realmente destruir o que já está meio destruído, criando mais hobbies da saúde para servirem de antros par os parasitas partidários, como se não houvesse já tantos a eliminar. Nenhum deles propõe pôr esse serviço nacional a funcionar como na Suécia. A Suécia por ter talvez o melhor de todo o mundo e custar tanto como o miserável do português.

Sobre as escolas privadas é fácil. Não há razão para deixarem de existir nem para que recebam dinheiro dos impostos de quem não pode lá pôs os seus filhos. Já são pagas pelos que as frequentam.

Estes salteadores que nos roubam sem assaltarem as nossas casas não apresentam qualquer proposta de interesse nacional que contribua para uma democracia. Nada que os portugueses queiram ouvir. Nenhuma proposta ou ideia para acabar com a corrupção que se alastra por todo o país. Nem uma palavra sobre acabar com os institutos ou as empresas do estado, onde colocam os parasitas dos partidos e lhes dão prémios por esbanjarem, degradarem e obterem os piores resultados empresariais nacionais.

Nenhuma proposta de nenhum dos ladrões corruptos das máfias oligárquicas menciona qualquer dos assuntos cruciais que queremos resolvidos e que se seguem (recebido por e-mail):

quarta-feira, 4 de maio de 2011

PEC IV Aprovado Com Pequenos Ajustes

A quem quer que tenha ouvido o discurso do Catroga de ontem à noite, seria impossível de não perceber o atrapalhamento e o atabalhoamento daquele impostor, como metia as patas pelas mãos, balbuciava e dizia parvoeiras desconexas.

Durante algum tempo não passou de um mero publicista do seu partido, nem foram mais do isso as cartas que escreveu quase uma por dia, meros panfletos publicitários sem qualquer uso ou utilidade. Doutor em marketing, falsidade e banha da cobra, os principais atributos de todas as oligarquias mafiosas nacionais. Quanto melhor for nestas qualidades, maior é a garantia do seu sucesso. Os partidos assim o querem por os portugueses assim o aprovarem.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril
Comemoração da Desgraça

Alguns interrogavam-se sobre o que foi sido feito do 25 de Abril. Hoje, a maioria ainda não conhece a resposta para além dos slogans que ficaram embutidos nas pobres mioleiras dum povo imensamente atrasado, mas os que se interrogam são agora a maioria.

As máfias políticas e as hostes de incompetentes e vigaristas que as apoiam apropriaram-se da Abrilada. Locupletaram-se com salários indecorosos e privilégios injuriosos, simultaneamente retirando ao povo as possíveis vantagens nunca alcançadas e afastando-o duma democracia de que sempre falaram (como acontece apenas nos países em que ela não existe). Convenceram os ignorantes que a democracia era este regabofe dominado por jornaleiros e politiqueiros em que a expressão é vedada ao povo, completamente afastado do poder por uma constituição vergonhosamente arquitectada com essa ronha.

Os slogans passaram um pouco à história e praticamente só um sobrevive, mas a intoxicação levada a cabo pela desinformação sistemática das bandas de jornaleiros que outra préstimo não têm que não seja o de manipularem as notícias, encená-las e contar apenas parte delas para enganar as pessoas e impedi-las de formar a sua própria opinião.

Os caixotes de lixo que são os noticiários são uma propaganda aos partidos, logros e notícias editadas para inserir ideias erradas. Duram frequentemente mais de uma hora! Caso único num país democrático. Metade desse tempo é o normal por toda a Europa. Em Portugal, este tempo extra é utilizado para apoiar as máfias políticas ou apresentar reportagens a ouvir turistas a elogiar a trampa nacional, coisa em que os doutrinados acreditam piamente.

Na véspera da Abrilada, a RTP apresentou uns quadros a que chamou comparativos do antes e do depois de 1974. Os outros canais de impostores também mencionaram comparações idênticas. Este o quadro foi apresentado com o mais baixo propósito de enganar as pessoas. Uma autêntica burla. As comparações eram todas subjectivas, sem excepção, donde, impossivelmente comparáveis.

Uma dessas comparações, os rascas vigaristas intitularam-na de Salário Mínimo. Trata-se duma dupla vigarice. Primeiro não havia salário mínimo em Portugal e nem todos os países o tinham nem têm. Nenhum salário, em qualquer país, em qualquer parte do mundo pode ser comparado de tal maneira crua. Além disso, na década de 1960, um salário de hoje €20 chegava perfeitamente para alimentação variada, renda, roupa, transportes, férias, tudo. Um general do exército ganhava Esc.: 11.000$00. Como comparar da forma que os falsários apresentaram? A clara intenção destes idiotas maliciosos só pode ser a de enganar e embrutecer quem lhes der ouvidos.

Outra comparação enganadora foi acerca do número de crianças mortas à nascença. As comparações foram todas falsas sobretudo por terem sido apresentadas for do contexto.

Portugal nunca foi um país rico, embora sempre se tivesse vivido muito melhor do que em Espanha até às conquistas, extermínios e genocídios (links ao fundo da página) completos dos castelhanos para roubarem outros povos, enriquecendo à custa da desgraça que espalharam pelo mundo que hoje ainda os odeia. Contudo, ao fim da Segunda Guerra Mundial, Portugal estava bem melhor do que a maioria dos países europeus a todos os níveis. Não era milagre, a guerra em que Portugal não entrou tinha-os destruído quase por completo. Foi a partir daí que a Suíça, por também não ter entrado, começou a desenvolver-se com o dinheiro que os nazis e os judeus deixaram nos seus bancos, deixando de ser o país onde poder comer um caldo à noite já era bem bom.

Desde então, todos os países progrediram, inclusivamente os da Cortina de Ferro, embora num grau bem inferior. Portugal também. Após 1974, quando o ritmo de crescimento dos outros países tinha atingido velocidade de cruzeiro, Portugal também continuou a progredir, mas sempre menos do que os outros, o que em simples aritmética se traduz em atraso. Por isso, quando os corruptos e os trafulhas nos falam em grande avanço, mentem descaradamente. Só um lerdo pode acreditar que nos últimos dez anos Portugal se atrasou os efectivos 30 (segundo o Eurostat de há já mais de 2 anos) desde a Abrilada. Tudo arquitectado para sustentar parasitas, ladrões e outras sanguessugas à custa dos mamões que sustentam o regime aprovando-os e votando neles.

Foram estas corjas de salteadores e apoiantes que levaram o país `falência e terceira intervenção do FMI. Isto não aconteceu em nenhum outro país. O que significa que estas corjas são bem piores que as dos outros ou que os portugueses são mais estúpidos por o permitirem, ou ambas as coisas.

Os oficiais de Abril confessam-se todos desiludidos pelo caminho que esta canalha deu ao país. Ainda que sem o apoio geral, Otelo Saraiva de Carvalho chegou mesmo a dizer, há menos de duas semanas [I Online], «que se soubesse como o país ia ficar, não teria realizado o 25 de Abril». Diz ainda que «ouve todos os dias populares dizerem-lhe que o que faz falta é uma nova revolução». O que faz falta é enforcarem os traidores e emprisionarem os seus apoiantes, em lugar dois pilha-galinhas que enchem as prisões.

Que è que se comemora, então, hoje, se não a ganância satisfeita dum punhado de malandros à custa da miséria geral nacional?

Comemora-se a vitória das associaciassões de criminosos que formam as oligarquias políticos.

Comemora-se a glória dos incompetentes embusteiros que mentem descaradamente, desinformam, que os protegem e embrutecem a população, possibilitando assim a miséria e a desgraça que se conhecem.


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Quem É o Pedro Passos Coelho?

Ouçamo-lo para o conhecermos. Ele não nos mente, somos nós que não compreendemos a profundeza dos seus discursos e onde ele quer verdadeiramente chegar. Ele é honesto e tampouco quer governar estando fora do governo e sem ter legitimidade eleitoral. É nesta abertura de espírito que devemos analisar algumas das suas frases da sua última entrevista.

Percebemos, ao longo das últimas semanas, que Portugal tinha sido conduzido a uma situação de pré-rotura financeira.

– É tão inteligente que só ao longo das últimas semanas viu algo tão claro como aquilo que o Site da Mentira! publicou há anos? Será um estúpido incapaz ou um reles impostor? Aliás, jamais poderia ser uma surpresa, constatando que há décadas que os portugueses vivem acima dos seus meios e que a dívida do estado se formou por governos incompetentes, a começar pelo do Cavaco, se endividarem para que isso fosse possível.

domingo, 10 de abril de 2011

O Fim do Gozo

O Mário Soares largou uma sentença das suas na semana passada, obviamente dirigida a amnésicos. É o costume do que ouvimos dos políticos.

Segundo ele, um pedido de ajuda financeira externa ao FMI não acarretaria maiores problemas do que aqueles que o país suportou quando ele era primeiro-ministro.

Será mesmo assim, como ele afirmou? Recordemos um pouco e comparemos as circunstâncias. Na altura, Portugal tinha já estoirado a fortuna nacional do Estado Novo. Contudo, o país conservava os seus meios de produção. Havia uma agricultura que alimentava a população, com raras importações. Havia uma pesca que não só alimentava, mas exportava. Havia alguma indústria que também exportava. O que não havia era tantas sanguessugas a que agora chamam investidores estrangeiros que levam os lucros para os seus países, claro.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Os Fazedores de Crises Financeiras
- Ganância e Cobardia -

Quem ou o quê estará por detrás das ditas avaliações dos mercados?

Após pequena análise mental rudimentar evidencia-se que essas agências de classificação – cujo nome os ignorantes e pedantes não sabem ou não querem traduzir (o segundo caso mais grave que o primeiro por revelar uma deficiência mental no comportamento) – conclui-se eu essas agências são todas Norte Americanas sem excepção.

Como se faz, que só eles as tenham? Na Europa nunca se justificou a sua necessidade por nunca se ter tentado impor uma hegemonia monetária mundial, até porque a existência duma moeda comum é recente. O que aconteceu foi os EUA, na sua ganância de exploração mundial e abolição dos princípios dos Direitos Humanos (na sua constituição apenas como figurantes), que lhes mereceu a justa classificação de imperialistas, inventaram essas agências de classificação A agências servem, evidentemente para desvalorizar o dinheiro dos outros a fim de que eles sós possam gozar da vantagem do valor que se atribuem. Não acreditar ou não querer ver este facto real é negar que a China é praticamente a dona dos EUA já desde fins da década de 1980.

Então os EUA, com a maior dívida mundial continuam com o seu rating inalterável? As agências só funcionam contra os outros países. A sua finalidade é a de manter a hegemonia do Dollar custe o que custar. A legislação dos EUA só permite a emissão de dinheiro à Reserva Federal, mas isto não é respeitado e o governo permite que os bancos possam ter os cofres vazios clamando estarem cheios. Essa hegemonia do Dollar, aliada à infracção da legislação, permite a especulação mundial e ganhar fortunas ilicitamente, do modo que provocou os desastres financeiros de Wall Street e que eles estão a fazer os outros países pagar em seu ligar.

Está-se a passar o que foi previsto por Thomas Jefferson, o terceiro e um dos mais eminentes presidentes dos EUA (1601-1809), há 200 anos:
If the American people ever allowed the banks to control the issuance of their currency, the banks and corporations that will grow up around them will deprive the people of all property until their children will wake up homeless on the continent their fathers occupied.

[Tradução: Se o povo Americano alguma vez permitisse aos bancos controlar a emissão da sua moeda, os bancos e as corporações que crescerão em seu redor privariam as pessoas de todos os seus bens até que os seus filhos acordassem sem casa (uns sem-abrigo) no continente que os seus pais ocuparam.]

O Sixteenth Amendment da constituição, em 1913, veio concretizar o que Thomas Jefferson temia, lançando a Reserva Federal e os bancos no caminho destrutivo que ele previu e que tão bem conhecemos e sofremos.

domingo, 27 de março de 2011

Manipulação das Informações pela RTP
Vil Corrupção Jornaleira

Já todos conhecemos sobejamente as encenações e como as informações são tratadas pelos jornaleiros que escondem ou atiram à cara, mentem ou armam histórias.

Outro dos diversos métodos de nos enganarem propositada e intencionalmente, é no mínimo com a simples ideia de que eles é que sabem e são os donos e senhores das informações que decidem aquilo que nos devem transmitir. Controlam, transformam, encobrem e inventam à sua inconveniência, fazem montagens técnicas para modificar a realidade.

Este procedimento é a causa número um da ignorância nacional sobre a realidade, não só do que se passa nos outros países, mesmo na própria Europa (o caso presente); sobre como funcionas as verdadeiras democracias (que Portugal não é); como nelas são tratados assuntos de interesse fulcral para a população, tais como a saúde ou a segurança social; como são as leis laborais; o que faz a competitividade dum país e o enriquece, assim como tantos outros assuntos que estes animais aldrabões e vigaristas nos escondem ou sobre eles nos enganam descarada e impunemente.

Ontem, 25 de Março de 2011, a RTP, num golpe de num golpe de montagem, manipulou os jornais da noite da RTP-1 e o das 22h da RTP-2.

Sem mais comentários do que esta explicação, veja-se de que maneira no próprio site da RTP, cortando uma parte duma reportagem, o que inverteu o seu sentido e significado, alterando completamente o seu sentido num acto deliberado de desinformação.

A reportagem foi apresentada por inteiro no jornal Hoje, da RTP2, das 19h00, como no extracto deste primeiro clip, iniciado aos 7m11s e que se encontra ainda no site da RTP em
http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=26919&e_id=&c_id=8&dif=tv

video

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Os europeus correm contra o muro


Entrevista de um professor chinês de economia, sobre a Europa, o Prof. Kuing Yamang, que viveu em França:



1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos... 

2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!



8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um
desempregado...

10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade... 


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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Início da «explosão social» generalizada

Transcrição de artigo seguida de NOTA:

Jornal de Notícias. 110205. 00h09m. Por Joana Amorim


Chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) discutiram ontem o futuro do euro, acreditando que a Europa vai sair mais forte da crise da dívida soberana. O mesmo havia sido dito aquando da crise alimentar de 2008. E o resultado está à vista.

Tirando uma ou outra excepção, os estados-membros, Portugal incluído, nada fizeram para prevenir uma nova alta de preços. Como a que está actualmente em vigor - na passada quinta-feira ficámos a saber que o preço das matérias-primas alimentares estava ao nível mais alto dos últimos 20 anos. Num país que importa quase metade do que consome, como o caso de Portugal, soam as sirenes.

As causas são já conhecidas: uma forte pressão do lado da procura, nomeadamente de países emergentes como a China e a Índia; a alta do petróleo, que continua acima dos 100 dólares o barril; as alterações climáticas, como os recentes fenómenos de cheias; o denominado mercado das "commodities", que é como quem diz a acção dos especuladores financeiros, ao que acresce ainda a apreciação do euro; e, por último, a pressão da produção de etanol, nomeadamente nos EUA, no preço do milho.



E o que fazer, então, tendo em conta que as variáveis não estão nas nossas mãos? O titular da pasta da Agricultura entende que "é inviável" Portugal ter reservas alimentares estratégicas, mas várias vozes do sector dizem precisamente o contrário, dando o exemplo francês. Como o defende, aliás, o Programa Alimentar Mundial.

Sem reservas, ficaremos então à mercê da volatilidade dos mercados? Ou ficaremos à espera que a grande distribuição continue a assumir esse aumento, não o reflectindo no consumidor? Sejamos claros, se esta subida se prolongar no tempo vamos, todos, pagar mais caro pela comida que pomos na mesa.

Vamos apostar na constituição das ditas reservas estratégicas e/ou fomentar a produção nacional com vista a uma menor dependência do exterior? Depois do que se passou em 2008, em que se chegou, inclusive, a falar de racionamento, aconselha a prudência a que ponhamos mãos ao trabalho. Para que possamos todos sair mais fortes de mais esta crise.

NOTA: Mas nada de melhor se pode esperar! Os actuais políticos, não só os nossos, salvo eventuais excepções, não possuem preparação, nem moral, nem dedicação pelos interesses das populações para aprenderem e procurarem as melhores soluções. São regidos pela ambição da riqueza pessoal – todos, com eventuais excepções, acabam por ser incluídos nas listas dos mais ricos - e essa ganância coloca-os nas mãos dos poderosos da economia e das finanças que os manipulam à sua vontade e segundo o seu interesse, através de corrupção a que alguns chamam eufemísticamente de «robalos».

Não é por acaso que acontece o que está a passar-se no Norte de África e no Médio Oriente. «O povo é sereno» e muito paciente até atingir o ponto em que se vê obrigado a agir. E este agora parece ser o momento em que o despertador acorda os mais pacíficos. Estamos no patamar de grandes alterações na ordem social mundial.

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