O constante elevado abstencionismo, verificado em consecutivas eleições, começa a acentuar uma dúvida imperativa: será que estará em causa a legitimidade democrática representativa?
Caso a abstenção se mantenha teimosamente neste patamar (40%) ou venha a subir até níveis mais elevados (60, 70, 80%) em próximos actos eleitorais, como deverá ser entendida a mesma? Uma falência do sistema político vigente? E qual a marca que obrigará definitivamente a assumir-se o facto como tal e a necessidade de procurar formas alternativas a este sistema político podre de corrupção, oportunismo e chupismo, em que os cidadãos cada vez mais descrentes manifestam o seu descontentamento recusando-se sistematicamente em votar?
É altura de se começar a pensar seriamente no assunto e estudar formas práticas e alternativas ao sistema vigente. Uma delas seria a democracia directa, que traria inúmeras vantagens em comparação com a democracia parlamentar. De uma coisa livrar-nos-íamos certamente: de políticos que utilizam o “mandato” que o Povo lhes atribui, segundo eles legitimamente, para fazerem negociatas, alimentarem lóbis e compadrios e “governarem” a seu belo prazer os destinos de quem apenas se lhe pede para depositar o voto numa urna de 4 em 4 anos e nada mais.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sábado, 19 de julho de 2008
NATURISMO: UMA ALTERNATIVA REALISTA

Visto que este país cada vez produz menos e o que produz está em grande parte nas mãos de grupos estrangeiros, é imperioso investir em actividades que possam potenciar algum desenvolvimento e riqueza para Portugal.
Uma dessas actividades trata-se do naturismo que, segundo os entendidos na matéria, tem sido vítima de esquecimento, desperdiçando-se assim avultadas divisas que tão bem fariam à economia nacional.
Segundo o presidente da Federação Nacional de Naturismo, milhares de turistas acabam por ficar em Espanha, onde a legislação permite a prática desta actividade em qualquer praia e as condições são óptimas no que a centros de naturismo e hóteis diz respeito.
Em Portugal este mercado é incipiente e explorado quase exclusivamente por cidadãos estrangeiros e a oferta existente resume-se apenas a meia dúzia de turismos rurais e parques de campismo.
Segundo o presidente da Federação Nacional de Naturismo, milhares de turistas acabam por ficar em Espanha, onde a legislação permite a prática desta actividade em qualquer praia e as condições são óptimas no que a centros de naturismo e hóteis diz respeito.
Em Portugal este mercado é incipiente e explorado quase exclusivamente por cidadãos estrangeiros e a oferta existente resume-se apenas a meia dúzia de turismos rurais e parques de campismo.
Ora com tanta procura, designadamente por parte de turistas do norte da Europa, e num país em que o Sol é rei, porque não utilizar instalações abandonadas de fábricas falidas, fraudelentamente ou não, para reimpulsionar a produtividade nacional?
Porque não criarem-se mecas naturistas aproveitando os hectares de terra não cultivada, nomeadamente no Alentejo?
Porque não incentivar a construção de traineiras naturistas, interligando a parte tradicional que os turistas tanto apreciam, com a componente comercial? As traineiras manteriam a tripulação, mas em vez de redes utilizariam cadeiras e espreguiçadeiras, passeando os naturistas estrangeiros em águas territoriais portuguesas, deixando o pescado para os marroquinos e espanhóis.
E por que não ir mais longe ainda e inovar, criando um sub-mercado direccionado exclusivamente a naturistas femininas, oferecendo resorts com atracções típicas regionais, do estilo Zézé Camarinha, certificados com sêlo de qualidade? Enfim um sem número de possibilidades a explorar.
Porque não criarem-se mecas naturistas aproveitando os hectares de terra não cultivada, nomeadamente no Alentejo?
Porque não incentivar a construção de traineiras naturistas, interligando a parte tradicional que os turistas tanto apreciam, com a componente comercial? As traineiras manteriam a tripulação, mas em vez de redes utilizariam cadeiras e espreguiçadeiras, passeando os naturistas estrangeiros em águas territoriais portuguesas, deixando o pescado para os marroquinos e espanhóis.
E por que não ir mais longe ainda e inovar, criando um sub-mercado direccionado exclusivamente a naturistas femininas, oferecendo resorts com atracções típicas regionais, do estilo Zézé Camarinha, certificados com sêlo de qualidade? Enfim um sem número de possibilidades a explorar.
Afinal de contas é necessário investir em força naquilo para que se está dimensionado, aproveitando as características e potencialidades próprias de cada país.
Cada um tem que se especializar naquilo em que acredita ter mais sucesso. Os árabes tratam do petróleo, os americanos do armamento e da tecnologia de ponta, os asiáticos do arroz, etc.
Nós, portugueses, temos que direccionar toda a nossa energia e criatividade para a indústria do Naturismo, um sector com enormes potencialidades ainda por explorar e que certamente faria em muito diminuir a taxa de desemprego e aumentar o PIB nacional.
Cada um tem que se especializar naquilo em que acredita ter mais sucesso. Os árabes tratam do petróleo, os americanos do armamento e da tecnologia de ponta, os asiáticos do arroz, etc.
Nós, portugueses, temos que direccionar toda a nossa energia e criatividade para a indústria do Naturismo, um sector com enormes potencialidades ainda por explorar e que certamente faria em muito diminuir a taxa de desemprego e aumentar o PIB nacional.
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