segunda-feira, 25 de julho de 2011

Explodiu!

Os acontecimentos destes últimos dias na Noruega não são mais do que o levantar da ponta de um véu sobre o resultado dos governos europeus terem obrigado a polícia e os bombeiros a esconder, proibindo-os de revelar a realidade à imprensa. A isto junta-se ainda a irresponsabilidade e pura estupidez jornaleira em que uns 90% a 95% acredita e tenta impingir a ideia de que na conjuntura mundial vigente é possível incluir semitas (muçulmanos e judeus) numa multicultura europeia.

Sim, poderia ser possível, se os EUA não tivessem provocado a clivagem que impuseram no médio oriente em defesa do espírito do mal nazi que habita no povo maldito de Israel sionista. O desaparecimento ou a exterminação dessa ramificação judaica seria a maior contribuição para a paz mundial. Sem essa semente do mal poderia talvez formar-se uma monocultura euro-judaico-muçulmana. Todavia, com os espíritos dos perseguidos pelos EUA revoltados e ao rubro, nem uma miragem chaga a ser.

Este sentimento tem sido aproveitado por organizações extremistas e terroristas para angariar militantes com uma aumentada facilidade, fomentando o seu crescimento. De nada serve lutar contra eles enquanto se lhes incrementem as condições de existência e de expansão.

Se os EUA não solucionarem o problema que eles próprios criaram no médio oriente e a Europa continuar com um cachorro, atrás e a dar ao rabo, que outro país – talvez o Irão – tome a iniciativa de o fazer. Como estamos, a Europa corre cada ano mais e maiores riscos face à sua indecisão e tolerância do mal. Vamos nós ou a s nossas famílias morrer em ataques anticondescendência europeus face ao mal?

Entretanto, os governos, com o conluio dos grandes conglomerados da desinformação, iludem as populações, fazem-lhes acreditar que uma multicultura europeia é possível nestas circunstâncias. Antes (e depois) dos tumultos de 2009, em França, foram ocultados muitos acontecimentos. Notícias do género da padeira que correu com um magrebino da sua padaria provincial armada duma caçadeira, na década de 1980, deixaram de aparecer na imprensa. A França tem culpas diferentes e mais agravantes que os outros países por ter sido ela mesma que, durante a década de 1960, foi contratar um grande número de magrebinos para as suas fábricas de automóveis. Construíram-lhes bairros (guetos), que quando, menos de vinte anos depois, as fábricas deixaram progressivamente de exportar, salvo para países do terceiro mundo (como Portugal) e seus territórios ou DOMTOM (ultramar francês – não, não rejeitaram as suas colónias como Portugal), foram obrigadas a reorganizar-se, modernizar-se e fazer despedimentos em massa e o estado nada fez para evitar que a miséria desses imigrantes convertesse os seus guetos em antros do pequeno crime pela sobrevivência. Os filhos e os netos, que sofram com os pais, odeiam justamente os franceses.

Não é o mesmo em toda a Europa, mas cada país tem os seus problemas semelhantes. Escondem o descontentamento dos autóctones em serem literalmente colonizados pelos imigrantes. Destroem os valores, as tradições e o modo de vida seculares, a religião e os costumes dos povos. Trocaram a política lógica e correcta de imigração em que os imigrantes deviam adaptar-se aos países que os acolhiam pela obrigação dos nacionais a submeterem-se ao modo de vida e cultura dos imigrantes. Erro colossal que os povos, assim colonizados se recusam aceitar, não obstante o encobrimento do facto pelos governos, que escondem actos populares espontâneos originados na revolta e desculpam actos de imposições da parte dos imigrantes.

Na Grã-Bretanha, a maioria dos muçulmanos nas gerações de cerca de 15 a 25 anos de idade apoiam abertamente a Al-Qaeda e todas as suas façanhas terroristas. Embora mais tolerante, o povo inglês não pode nem quer aceitar a sua verdadeira perda de independência. Na Alemanha, na Suécia, na Noruega e na Itália as revoltas populares vêm há muito aumentando, mas continuamente encobertas pelos respectivos governos que dão instruções à polícia e aos bombeiros para esconderem os factos a uma imprensa já por si dominada pelas grandes empresas de comunicações e povoada por gente crédula, como citado acima. Continuem assim e não se admirem pelas consequências.

De sublinhar que nos raros países em que a imigração não é excluída, mas controlada, estes casos não têm lugar. No caso da Suíça, existem quotas de imigração por origem adaptadas às circunstâncias nacionais. Os imigrantes são distribuídos pelos cantões e neles fixados, por cotas, evitando a formação de guetos, favorecendo a sua adaptação ao modo de vida, aos vizinhos, ao clima, ao país em si. «De 5,9% em 1950, a proporção de estrangeiros não cessou de aumentar para atingir 21,7% em 2009. E o aumento prossegue.» É de longe o país europeu com a maior percentagem de imigrantes e refugiados, com cerca do triplo da média daqueles que mais imigrantes albergam, exceptuando os casos especiais do Luxemburgo, da Estónia e da Lituânia. Porém, os problemas aqui em questão não têm lugar nesse país. Os imigrantes adaptam o seu modo de vida ao do país que os recebe em lugar de quererem colonizar os autóctones e de lhes impor o seu próprio modo de vida. Não estão contentes? Desopilem. Prevarica? São repatriados após julgamento e cumprimento de pena, directamente à saída da prisão. Nestas condições não admira que a população os aceite nem que não haja demonstrações contra eles.

Portugal, ainda bem longe dos 5%, já demonstra problemas básicos. A taxa de emprego dos imigrantes é superior à dos nacionais. Alguma coisa parece estar errada. Os gráficos no site da Presidência da República apenas consideram os países da UE, como se os restantes não fossem europeus. Alarves.

sábado, 16 de julho de 2011

Cavaco, o Chefe da Quadrilha que Desgraçou o País e Assassina os Cidadãos

Que o bandido destruiu as pescas, a agricultura e a indústria é do conhecimento geral, embora a corja jornaleira encubra tanto quanto pode, a fim de provocar a sua eleição e reeleição por um povo desinformado e por ela embrutecido. Muitas dos seus feitos gloriosos, porém, não voltaram ainda à superfície e continuam escondidos e abafados pela mesma corja jornaleira que manipula as notícias.

Quem colocou os primeiros professores a contrato, simultaneamente aumentando os próprios vencimentos e da malta do partido em serviço no governo, direcções, gestores, deputados, em 51%?

A máfia cavaquista caiu em cima dos fundos europeus de coesão -- destinados a preparar Portugal para o futuro, agora -- com enorme sofreguidão. Roubaram quanto puderam para eles, para as famílias e amigos. Canalizaram parte desses roubos para as suas contas em bancos e offshores. Tão fascinados ficaram com o assalto que se esqueceram de cuidar da economia. Os sobejos do que restou do gamanço e que ainda eram muito, puseram-nos a circular para a população ter a ilusão de que tinha enriquecido e não precisava mais trabalhar – dá sempre votos dum povo desnorteado que nem de se aperceber das consequências é capaz..

Fazemos aqui um aparte para nos perguntarmos: se fôssemos cidadão dos países que mais contribuíram mandando para cá o dinheiro que pagaram com os seus impostos e víssemos o que o governo do Cavaco fez dele, engendrando a miséria que se vê, estaríamos dispostos a dar-lhes mais?

Não foi ele também o inaugurador das instituições, das fundações e das empresas públicas e semipúblicas, das parcerias publico-privadas, etc., para albergarem os parasitas das máfias? Não foi ele quem inventou os 25 conselhos fiscais das empresas públicas, constituídos por cinco parasitas cada, pagos a Esc. 250.000$00 mensais cada para se reunirem uma vez por ano? (De notar que o símbolo € substitui Esc. e não o $, como os animais pedantes jornaleiros começaram a escrever e os iletrados ignorantes logo papaguearam.)

Já se esqueceram todos de quem era o mentor dessa corrupção e que queria que o governo do Guterres lhes pagasse indemnizações astronómicas quando saíssem? Porém, o Guterres limitou-se a anular o Decreto-Lei que os tinha nomeado mediante outro DL! Também diminuiu o número dessas comissões de parasitas, mas não teve a coragem de acabar com elas para os seus boys. Lixaram-se e esse mentor passou a odiar quem os lixou e a justiça com que foi feito. O povo foi de tal modo desmemoriado que esse palhaço de vigarista-mor, mordomo do cavaquismo, pode andar agora a pavonear-se por aí armado em cavaleiro anticorrupção com a sua banha da cobra, que ninguém se recorda: o Rui Rio, pois é, paspalhões de garganta.

A região dele tem mais de 50% de beneficiários de RMG, ele diz que se deve acabar com esses subsídios e essa ideia-crime leva os pacóvios a votarem nele. Muitos recebem esse subsídio indevidamente por incapacidade dos irresponsáveis que lho atribuíram e esses, sim, deveriam reembolsar o estado, mas denunciá-lo não dá votos, dá mais abastardando a verdade, como faz o vigarista. A maioria dos políticos são da sua região e ele reclama contra Lisboa, como se o local onde eles se encontrassem (fosse Faro, Guarda ou Bragança) pudesse ter algo a ver com os corruptos; e os mesmos parrecos espertalhaços bebem-lhe o vomitado e votam nele.

Que direito a reclamar pode ter alguém que aprove estes mafiosos, pais da corrupção nacional? Os tripeiros acham-se tão espertos, mas deve ser só das orelhas, que como se vê pelo comportamento são como a restante populaça, sem qualquer diferença, nem mais carneiros nem menos carneiros: iguais. É geral. Os políticos logram-nos com a mesma facilidade com que o fazem com a restante população: usam os seus fracos e anestesiam os inocentes com histórias de embalar para lhes sacarem votos. A imaturidade política sem igual é geral.

O Catroga fez um Decreto-Lei para aumentar a sua reforma e outro que, para acabar com a concorrência que a Cabos d’Ávila fazia a empresas que ele administrava, a impeliu à falência. É um dos exemplos que mostram bem que políticos ligados a finanças ou são corruptos ou acabam por o ser. Jamais chegar a faísca perto do carburante.

Diminuindo drasticamente as vagas para medicina (1, 2), o Cavaco tem assassinado uma boa parte da população, cortando-lhe o acesso à assistência médica e aumentando as esperas do modo que se conhece, em que se obtém uma consulta depois do mal se ter tornado crónico ou se ter morrido.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Todos pelo AMBIENTE

Al Gore quer encontrar novas soluções para alterações climáticas
Jornal de Notícias. 13 de Julho de 2011

Al Gore vai dar mais um passo na campanha de alerta sobre as alterações climáticas. O antigo vice-presidente dos EUA, que se tornou conhecido pelo activismo na área do ambiente, vai promover, em Setembro, um evento de 24 horas com a presença de cientistas, celebridades e empresários para debater soluções para a "crise do clima".

Ainda sem uma agenda definida, o evento denominado "24 Horas de Realidade", organizado por Al Gore, vai durar um dia completo, mas apenas uma hora em cada fuso horário.

A acção de sensibilização vai começar às 20 horas do dia 14 de Setembro em cada uma das cidades escolhidas em cada fuso horário, como, por exemplo, Londres, Nova Iorque ou Pequim.

O mote para a acção de sensibilização para as alterações climáticas é o facto das mudanças do clima não serem um problema individual, mas sim "o nosso problema". Com base nesta premissa, o projecto fundado por Al Gore quer juntar as pessoas para conseguir encontrar "soluções reais, sistémicas e inovadoras" para aquilo que classifica de "crise do clima".

Com este evento de um dia, Al Gore quer mostrar que é possível mudar o mundo em apenas um dia, tal como as alterações climáticas podem fazer mudar a realidade em pouco tempo.

PROPOSTA: Proponho que nos blogs e na troca de e-mails se difunda toda a literatura existente sobre ecologia e ambiente, por forma a ficarmos muito atentos ao problema e seguirmos com atenção as actividades organizadas por Al Gore em 14 de Setembro. O problema das alterações climáticas é de cada um e de todos colectivamente.

Imagem do Google

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Imposto extraordinário e justiça social

O anunciado «imposto extraordinário» que consiste no corte dos subsídios de Natal, também conhecido por 13º mês, acompanhado de uma tabela das percentagem aplicáveis aos diversos níveis de salário, tem sido alvo de críticas, porque onera mais a classe média do que a classe alta.

Efectivamente, não é justo que em proporção sejam os mais pobres a pagar a crise: Vejamos quais os valores do subsídio de Natal a receber, nos diversos níveis de salários:

Quem ganha 2000 recebe 1242
Quem ganha 3000 recebe 1742
Quem ganha 5000 recebe 2742
Quem ganha 10000 recebe 5242

Assim se aumenta o fosso entre ricos e pobres

Para haver a justiça social de que tanto se fala, parece que seria mais adequado, por exemplo, que até aos 2.000 de salário recebessem o total do salário mensal, que acima desse patamar e até aos 5.000 recebessem o mesmo (2.000) e que, daí para cima, não recebessem nada, o que pouca diferença faria no seu nível de vida.

Bem sabemos que será necessária muita coragem ao Governo para enfrentar os mais poderosos. Mas é nestas situações que se mostra a autoridade moral !!! Mas não seria impossível adoptar uma solução baseada nesta sugestão pois até o Líder dos empresários apoia imposto e diz que consumo no Natal "é um disparate". Realmente, em época de crise, seria sensato afrouxar a ânsia de consumismo e de ostentação em dissonância com a realidade actual.

Imagem da NET

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Intelectuais são perigo social


Palavras de Eduardo Galeano que devem ser ouvidas com atenção.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Quem Cala Consente
Quem Vota Aprova

«Mudar a sério», diz o aborto do PSD. Que é isso de PSD? O nome é falso, o partido é outro.

«Querem destruir o sistema de saúde», diz o vigarista do PS, quando a mezinha que fez condenou esse mesmo serviço. Que é isso do PS? O nome é falso e o partido também é outro.

Um fez um erro fenomenal e o outro quer aproveitar-se para realmente destruir o que já está meio destruído, criando mais hobbies da saúde para servirem de antros par os parasitas partidários, como se não houvesse já tantos a eliminar. Nenhum deles propõe pôr esse serviço nacional a funcionar como na Suécia. A Suécia por ter talvez o melhor de todo o mundo e custar tanto como o miserável do português.

Sobre as escolas privadas é fácil. Não há razão para deixarem de existir nem para que recebam dinheiro dos impostos de quem não pode lá pôs os seus filhos. Já são pagas pelos que as frequentam.

Estes salteadores que nos roubam sem assaltarem as nossas casas não apresentam qualquer proposta de interesse nacional que contribua para uma democracia. Nada que os portugueses queiram ouvir. Nenhuma proposta ou ideia para acabar com a corrupção que se alastra por todo o país. Nem uma palavra sobre acabar com os institutos ou as empresas do estado, onde colocam os parasitas dos partidos e lhes dão prémios por esbanjarem, degradarem e obterem os piores resultados empresariais nacionais.

Nenhuma proposta de nenhum dos ladrões corruptos das máfias oligárquicas menciona qualquer dos assuntos cruciais que queremos resolvidos e que se seguem (recebido por e-mail):

quarta-feira, 4 de maio de 2011

PEC IV Aprovado Com Pequenos Ajustes

A quem quer que tenha ouvido o discurso do Catroga de ontem à noite, seria impossível de não perceber o atrapalhamento e o atabalhoamento daquele impostor, como metia as patas pelas mãos, balbuciava e dizia parvoeiras desconexas.

Durante algum tempo não passou de um mero publicista do seu partido, nem foram mais do isso as cartas que escreveu quase uma por dia, meros panfletos publicitários sem qualquer uso ou utilidade. Doutor em marketing, falsidade e banha da cobra, os principais atributos de todas as oligarquias mafiosas nacionais. Quanto melhor for nestas qualidades, maior é a garantia do seu sucesso. Os partidos assim o querem por os portugueses assim o aprovarem.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril
Comemoração da Desgraça

Alguns interrogavam-se sobre o que foi sido feito do 25 de Abril. Hoje, a maioria ainda não conhece a resposta para além dos slogans que ficaram embutidos nas pobres mioleiras dum povo imensamente atrasado, mas os que se interrogam são agora a maioria.

As máfias políticas e as hostes de incompetentes e vigaristas que as apoiam apropriaram-se da Abrilada. Locupletaram-se com salários indecorosos e privilégios injuriosos, simultaneamente retirando ao povo as possíveis vantagens nunca alcançadas e afastando-o duma democracia de que sempre falaram (como acontece apenas nos países em que ela não existe). Convenceram os ignorantes que a democracia era este regabofe dominado por jornaleiros e politiqueiros em que a expressão é vedada ao povo, completamente afastado do poder por uma constituição vergonhosamente arquitectada com essa ronha.

Os slogans passaram um pouco à história e praticamente só um sobrevive, mas a intoxicação levada a cabo pela desinformação sistemática das bandas de jornaleiros que outra préstimo não têm que não seja o de manipularem as notícias, encená-las e contar apenas parte delas para enganar as pessoas e impedi-las de formar a sua própria opinião.

Os caixotes de lixo que são os noticiários são uma propaganda aos partidos, logros e notícias editadas para inserir ideias erradas. Duram frequentemente mais de uma hora! Caso único num país democrático. Metade desse tempo é o normal por toda a Europa. Em Portugal, este tempo extra é utilizado para apoiar as máfias políticas ou apresentar reportagens a ouvir turistas a elogiar a trampa nacional, coisa em que os doutrinados acreditam piamente.

Na véspera da Abrilada, a RTP apresentou uns quadros a que chamou comparativos do antes e do depois de 1974. Os outros canais de impostores também mencionaram comparações idênticas. Este o quadro foi apresentado com o mais baixo propósito de enganar as pessoas. Uma autêntica burla. As comparações eram todas subjectivas, sem excepção, donde, impossivelmente comparáveis.

Uma dessas comparações, os rascas vigaristas intitularam-na de Salário Mínimo. Trata-se duma dupla vigarice. Primeiro não havia salário mínimo em Portugal e nem todos os países o tinham nem têm. Nenhum salário, em qualquer país, em qualquer parte do mundo pode ser comparado de tal maneira crua. Além disso, na década de 1960, um salário de hoje €20 chegava perfeitamente para alimentação variada, renda, roupa, transportes, férias, tudo. Um general do exército ganhava Esc.: 11.000$00. Como comparar da forma que os falsários apresentaram? A clara intenção destes idiotas maliciosos só pode ser a de enganar e embrutecer quem lhes der ouvidos.

Outra comparação enganadora foi acerca do número de crianças mortas à nascença. As comparações foram todas falsas sobretudo por terem sido apresentadas for do contexto.

Portugal nunca foi um país rico, embora sempre se tivesse vivido muito melhor do que em Espanha até às conquistas, extermínios e genocídios (links ao fundo da página) completos dos castelhanos para roubarem outros povos, enriquecendo à custa da desgraça que espalharam pelo mundo que hoje ainda os odeia. Contudo, ao fim da Segunda Guerra Mundial, Portugal estava bem melhor do que a maioria dos países europeus a todos os níveis. Não era milagre, a guerra em que Portugal não entrou tinha-os destruído quase por completo. Foi a partir daí que a Suíça, por também não ter entrado, começou a desenvolver-se com o dinheiro que os nazis e os judeus deixaram nos seus bancos, deixando de ser o país onde poder comer um caldo à noite já era bem bom.

Desde então, todos os países progrediram, inclusivamente os da Cortina de Ferro, embora num grau bem inferior. Portugal também. Após 1974, quando o ritmo de crescimento dos outros países tinha atingido velocidade de cruzeiro, Portugal também continuou a progredir, mas sempre menos do que os outros, o que em simples aritmética se traduz em atraso. Por isso, quando os corruptos e os trafulhas nos falam em grande avanço, mentem descaradamente. Só um lerdo pode acreditar que nos últimos dez anos Portugal se atrasou os efectivos 30 (segundo o Eurostat de há já mais de 2 anos) desde a Abrilada. Tudo arquitectado para sustentar parasitas, ladrões e outras sanguessugas à custa dos mamões que sustentam o regime aprovando-os e votando neles.

Foram estas corjas de salteadores e apoiantes que levaram o país `falência e terceira intervenção do FMI. Isto não aconteceu em nenhum outro país. O que significa que estas corjas são bem piores que as dos outros ou que os portugueses são mais estúpidos por o permitirem, ou ambas as coisas.

Os oficiais de Abril confessam-se todos desiludidos pelo caminho que esta canalha deu ao país. Ainda que sem o apoio geral, Otelo Saraiva de Carvalho chegou mesmo a dizer, há menos de duas semanas [I Online], «que se soubesse como o país ia ficar, não teria realizado o 25 de Abril». Diz ainda que «ouve todos os dias populares dizerem-lhe que o que faz falta é uma nova revolução». O que faz falta é enforcarem os traidores e emprisionarem os seus apoiantes, em lugar dois pilha-galinhas que enchem as prisões.

Que è que se comemora, então, hoje, se não a ganância satisfeita dum punhado de malandros à custa da miséria geral nacional?

Comemora-se a vitória das associaciassões de criminosos que formam as oligarquias políticos.

Comemora-se a glória dos incompetentes embusteiros que mentem descaradamente, desinformam, que os protegem e embrutecem a população, possibilitando assim a miséria e a desgraça que se conhecem.


Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Quem É o Pedro Passos Coelho?

Ouçamo-lo para o conhecermos. Ele não nos mente, somos nós que não compreendemos a profundeza dos seus discursos e onde ele quer verdadeiramente chegar. Ele é honesto e tampouco quer governar estando fora do governo e sem ter legitimidade eleitoral. É nesta abertura de espírito que devemos analisar algumas das suas frases da sua última entrevista.

Percebemos, ao longo das últimas semanas, que Portugal tinha sido conduzido a uma situação de pré-rotura financeira.

– É tão inteligente que só ao longo das últimas semanas viu algo tão claro como aquilo que o Site da Mentira! publicou há anos? Será um estúpido incapaz ou um reles impostor? Aliás, jamais poderia ser uma surpresa, constatando que há décadas que os portugueses vivem acima dos seus meios e que a dívida do estado se formou por governos incompetentes, a começar pelo do Cavaco, se endividarem para que isso fosse possível.

domingo, 10 de abril de 2011

O Fim do Gozo

O Mário Soares largou uma sentença das suas na semana passada, obviamente dirigida a amnésicos. É o costume do que ouvimos dos políticos.

Segundo ele, um pedido de ajuda financeira externa ao FMI não acarretaria maiores problemas do que aqueles que o país suportou quando ele era primeiro-ministro.

Será mesmo assim, como ele afirmou? Recordemos um pouco e comparemos as circunstâncias. Na altura, Portugal tinha já estoirado a fortuna nacional do Estado Novo. Contudo, o país conservava os seus meios de produção. Havia uma agricultura que alimentava a população, com raras importações. Havia uma pesca que não só alimentava, mas exportava. Havia alguma indústria que também exportava. O que não havia era tantas sanguessugas a que agora chamam investidores estrangeiros que levam os lucros para os seus países, claro.