Mostrar mensagens com a etiqueta Indignidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Indignidade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O Grande Bluff dum Pulha

A página do Cavaco no Facebook utiliza um filtro que encobre os comentários contra por escolha manual. Eles aparecem apenas para o autor desde que ele tenha feito o login no Facebook.

Por exemplo, colocou um comentário onde menciona verdades inquestionáveis, com ou sem referência a um artigo ou semelhante, publicado num jornal ou televisão, que prove factualmente o modo desastroso e cheio de consequências funestas para o país como ele se comportou ou comporta, o seu partidismo ou qualquer outro caso idêntico que tire o verniz daquela chaga nacional. Alguém a seu mando aplica o dito filtro e o comentário continua lá mas invisível para todos à excepção o autor, desde que este tenha feito o login.

O porquê é elementar. O autor continua convencido de que o seu comentário se encontra à vista de todos, mas afinal é como se tivesse sido apagado, pois que só ele o vê. É como ter escrito algo e queimá-lo logo de seguida, mas ficando convencido que foi publicado em todo o mundo. Um desabafo do género do lobo nos desenhos animados do Tex Avery da década de 1950. O comentador é gozado até mais não poder.

Há duas maneiras muito simples de verificar o que aconteceu ao seu comentário.

Para uma delas, primeiro coloque um comentário do género realmente indesejável para o Cavaco. Não com insinuações tolas nem termos menos dignos, mas que contenha verdades incontestáveis, como o que ele fez aos fundos de coesão europeus, um link para o vídeo ao fundo deste artigo ou outro do género. Volte à página dentro de algum tempo, talvez uma ou duas horas, menos ou mais, dependendo da azáfama do operador do tal filtro em Belém. O seu comentário continua lá. Agora log out do Facebook e volte à página: o seu comentário desapareceu. Faça de novo log in e lá está ele! Pode também pedir a um amigo para ver o seu comentário e contar-lhe o resultado. Não tem nenhum «gosto», claro, que ninguém mais o viu nem verá.

Outra maneira simples que lhe permite avaliar o número de comentários que foram maliciosamente filtrados e escondidos. Ao chegar à página do Cavaco, olhe para o seu último post e leia quantos comentários contém, clicando no link Ver xxx comentários, entre o post e os comentários, para os expandir. Conte-os. Não se aflija se lhe parecerem muitos, que verá que será rápido e fácil: falta uma quantidade enorme que corresponde ao número de comentários filtrados apenas visíveis para os autores. A certa altura, no post da sua mensagem do 10 de Junho, listava 216 comentários, mas após desdobrar a lista completa só apareciam 34. Os restantes estavam eclipsados e só eram visíveis por quem os escreveu ao fazer log in. É obra!

Todos os comentários favoráveis são visíveis, até mesmo os contra que contenham palavreado parvo, oco ou inócuo.

Tudo isto é tão visível e elementar que nem merece aprofundar qualquer investigação nem procurar justificações. Este semi-bloqueamento é permanente, ou seja, o comentador continua a poder inserir comentários, mas só para si. É um bluff do presidente que se enquadra perfeitamente na falsidade da sua personalidade e no seu modo de governar que reconhecemos de quando foi primeiro-ministro, em que, entre outros sucessos, chegou a enganar a nação inteira, ao impingir a ilusão de riqueza súbita com o esbanjamento dos fundos de coesão europeus para conseguir votos e ser reeleito.

Como classifica esta acção aliada ao seu comportamento e discursos? Pode-se pegar num dicionário e copiar todos os sinónimos de impostor, aldrabão, vigarista, etc., tudo o que se quiser, mas nenhum deles chega para classificar um tal traidor, um nojento filho da puta da mais baixa estirpe a ocupar e a desonrar a mais alta e nobre magistratura de qualquer nação com truques de baixeza. É aquele em quem votaram. Portanto, que os que o fizeram jamais se queixem, porque o voto não significa democracia nem controla nada nem ninguém e deixa toda a liberdade a qualquer reles canalha, como se vê.

Há que compreender que votar não define uma democracia e afirmá-lo para convencer é mentir, e em Portugal devia saber-se melhor que em qualquer outro país, pois que se votava durante a maior parte do tempo do Estado Novo. É evidente que o voto de per si nem é imprescindível a uma democracia nem a justifica. Essencial e básico é a colaboração e participação de facto do povo, assim como o exercício do seu controlo sobre os governantes, os quais poderão ser escolhidos de qualquer outra forma.

Democracia consiste naquilo que se lê em qualquer dicionário e mais nada; o resto é lavadura para porcos – aquilo que os políticos todos nos têm dado desde a Abrilada, de que se apoderaram. Oligarquia é o estado de uma nação em que a preponderância de alguma família dispõe do governo. Os partidos são perfeitamente assimiláveis a esta definição, por demais que sem controlo são constituídos em famílias mafiosas de associações de malfeitores. A recordar que não existe nenhuma democracia em que os políticos e governantes não sejam submetidos a qualquer tipo de controlo. Foi assim em Atenas, a cidade-estado fundadora da democracia. A mais antiga democracia dos tempos modernos assim funciona também desde a sua fundação, em 1291, na Suíça, e é a isso que se deve tanto a sua existência como a recusa do povo à adesão à União Europeia.

Os políticos e os governantes são tão humanos quanto aqueles que os elegem e administram; seria profundamente estúpido acreditá-los como imunes aos pecados comuns dos outros humanos. Sem controlo não pode haver democracia. Em Portugal nunca houve democracia, mas apenas logro dos políticos para poderem roubar à vontade e impunemente e se alguém acredita que vão largar a galinha dos ovos de ouro a bem ou sem os forçarem ainda é mais estúpido.

Para ajudar a fazer uma ideia do panorama actual e do fumo da podridão intoxicante que paira sobre Belém, transformada numa casa de porcos, e se estende sobre o país, veja o vídeo do comentário da jornalista Constança Cunha e Sá, que segundo parece não está a ser paga para encobrir corruptos, ladrões nem traidores:

«O Presidente da República fugiu do país».












terça-feira, 10 de julho de 2012

Relvas e os Médicos

A partir de agora, a todos os que tenham exercido a profissão de médico por mais de X anos sem terem frequentado os cursos vão ser dados diplomas, admitidos na Ordem dos Médicos e terão equivalência aos médicos formados, mesmo que tenham passado o tempo do curso a colar cartazes. É a adopção tácita e generalizada das Novas Oportunidades. Justifica plenamente o que em toda a Europa se crê da competência e dos cursos nacionais em que nem os médicos nem os dentistas podem exercer nos países mais avançados.

Novo diploma das universidades nacionais: Doutor em Vigarice.

Adenda
A vigarice é muito maior e mais antiga. É só reparar na data e compará-la com o que o vigarista-mor nacional.
É o exemplo da corja de ladrões e vigaristas que governam Portugal e que nos roubam sem direito por conservarem e aumentarem os seus ganhos. Só roubam aqueles que menos têm. Forca com eles.
Imagem da Internet

Este e outros artigos também nos blogs do autor (1 e 2).

sábado, 7 de julho de 2012

A Escumalha Política
Para Lembrança dos Amnésicos

Transcrição integral de dois artigo de Fernanda Câncio no Diário de Notícias. Para memória de fanáticos partidários, desmiolados e outros amnésicos e traidores que continuam a aprovar a corrupção porque é o seu partido. São estes e os jornaleiros coniventes que enganam a população os verdadeiros culpados do estado a que o pais chegou devido ao seu suporte incondicional. Tudo se poderia resumir numa curta frase: Os bandos de cabrões que nos governam e nos desinformam.

domingo, 1 de julho de 2012

Falsidade e Oportunismo

É a norma de comportamento inserida pelo marketing das oligarquias para nos convencerem de continuarmos a votar neles. Sem a aprovação dos desmiolados masoquistas não lhes seria possível às associações de criminosos revezar-se na governação a fim de poderem continuar a roubar impunemente.

Roubar impunemente é uma expressão um pouco desadequada, visto que para além do roubo ligeiramente escondido por ser admitido, há abusos de gravidade não inferior. Nestes, inclui-se um número sem fim de privilégios que negam a existência básica de igualdade, negando assim a existência da democracia. Os exemplos mais conhecidos são escarnecerem o povo, roubando parte das remunerações das pensões dos reformados sem que toquem nas suas reformas douradas. Roubarem os ditos subsídios (que não o são) de férias e de Natal (parte integrante dos ordenados, assim nomeados para os fazer passar por favores, benesses magnanimamente oferecidas pelas oligarquias mafiosas aos miseráveis com os ordenados mais baixos da Zona Euro. Simultaneamente, proclamando que «os sacrifícios são para todos», estes grandes cabrões de abusadores que os carneiros toleram em lugar de os enforcar, conservam para si tudo o que tiraram ao povo, visivelmente em nome do que proclamam, simplesmente mudando o nome aos ditos subsídios. Enquanto nos outros países com crises menos graves que a portuguesa, os governantes, por vontade própria e solidariedade, decidiram cortar voluntariamente os seus ganhos degressivamente a partir de 20% e 30%, os cornudos nacionais, em nome dessa solidariedade, assimilaram-se aos funcionários públicos e apenas abdicaram de 5%. Que gozo da população!

Não é um gozo? E quem é que é mais cornudo? Aqueles que o fazem ou aqueles que o admitem? Embora não seja directamente comparável, podemos perguntar: se a população de carneiros incivilizada crê que quando alguém é roubado a culpa é da vítima por se ter deixado roubar, não será a culpada dos actos dos políticos, analogicamente, também da culpa das suas vítimas?

Muita algazarra se ouve a este respeito, mas é só isso, algazarra. O Coveiro da nação, esse Ali-Baba que com os seus 40 (160) ladrões destruiu os meios de produção nacional e deixou Portugal sem preparação para o futuro (hoje), tem sido apupado e vaiado, assim como outros governantes, mas é só algazarra. Aquando da visita do idiota visionário e incompetente do ministro da economia à Covilhã, hoje 29, muita algazarra houve e muitos chegaram a saltar em cima e a dar palmadas na lata do seu bólide, comprado com o dinheiro dos que perderam os subsídios e a comida, mas a cobardia não permitiu que o sacassem do coche e lhe dessem uma boa cossa, naquele que estragou a vida a centenas de pessoas, arruinou milhares e roubou a comida da boca de outros tantos. O presidente da câmara, da sua cor, também o atacou verbalmente. Chamaram-lhe cobarde, mas cobardes foram eles, que nem um exemplo deram.

Uma busca no Google com os termos «ministro apupado» dá uma longa lista onde figuram quase todos os governantes, mas é tudo. Os criminosos estão perfeitamente conscientes de que «cão que ladra não morde» (pelo que podem continuar sem receio, que a algazarra não é mais do que desabafo) e de que «os cães ladram, mas a caravana passa» (que continuarão a votar neles como sempre, ora num bando de ladrões, ora noutro, que os roubarão à vez). E têm razão a mais não poder, que se tem confirmado sem excepções. Não será tempo de os atar aos pelourinhos que ainda restam do tempo da justiça real, chicoteá-los, julga-los sumariamente com mais razão do que a cabra da ministra da justiça decidiu fazer aos flagrantes delitos e enforcá-los por crimes contra o povo? Não é um delito mais do que flagrante? Precisa de maiores provas?

Já que a justiça, dominada pela mesma corrupção ou idêntica, onde os próprios juízes usufruem de privilégios antidemocráticos não funciona, que a justiça seja devolvida ao povo. A saber que os juízes, salvo os do Tribunal Constitucional, cujas funções são diferentes das dos restantes, não são órgãos de soberania por duas razões universais: (1) numa democracia não podem existir «órgãos de soberania» dado que o único soberano é o povo (se existirem de facto não é uma democracia – não é dialéctica) e o termo foi inventado para justificar a hegemonia dos tiranos oligárquicos sobre um povo a quem roubaram a soberania; (2) os juízes representam o povo apenas quando assumem as suas funções oficiais nos tribunais, não fora deles. Ainda assim, deve considerar-se que o Tribunal Constitucional funciona menos como um tribunal, mas como um Conselho de Sábios doutores da Lei que se consulta para obtenção duma opinião de confiança, a qual por tanto deve ser aceite. De notar que Conselho de Sábios se aproxima muito da designação que lhe é dada na Suíça.

Logo, se os juízes não cumprem com o seu dever, providenciando uma justiça eficiente e em tempo útil, a sua prestança é inútil e devem ser substituídos por incumprimento e incapacidade em representarem o povo. Se eles representam o povo, o povo que eles representam tem o direito de se juntar e eleger juízes de entre ele, tal como aconteceu em diversas civilizações da antiguidade. De entre as várias normas que ditam o procedimento da justiça, o precedente é uma delas e não podemos suprimi-la apenas para aceder à conveniência e arrogância de alguns.

Ainda há imensos parrecos, crédulos e militantes, que por estas razões diferentes continuam a acreditar que votando noutros melhora. Afinal, são estes os culpados da perpetuação do roubo autorizado e de todos os outros cancros que o acompanham em paralelo. Justificada a intervenção popular na condenação dos governantes criminosos, deixamos a podridão da justiça e voltamos à podridão da política.

Temos observado alguns factos, ultimamente, que nos mostram a ambiguidade do Partido Socialista e outros que nos dão uma previsão de como o PSD vai proceder num futuro bem próximo.

A ambiguidade do PS é uma verdadeira impostura. A tomada de decisão de não votar a moção de censura dos comunistas é disso a prova real. Tão simples que não necessita de explicação detalhada. Alguns monossílabos bastam e o resto são tretas. A moção de censura nunca passaria, existindo uma maioria que não permite que os seus malefícios sejam criticados, muito menos derrubados. Dúvidas? Portanto, a abstenção do PS não poderia ir no sentido de manter uma estabilidade governamental, como o partido afirmou. Sendo impossível, foi mentira chapada. A abstenção contrariou a totalidade de todos os discursos do PS desde as últimas eleições e retira-lhe qualquer possível confiança futura. Qual foi, então a ideia? Simples, um golpe para sacar apoiantes nos simpatizantes do PSD numa pura mira eleitoralista e sem qualquer interesse para o país, como mentiram. Quem votar neles baseado nesta falsidade prova que eles têm toda a razão em tomar a população pelo que ela efectivamente é, bandos de bandalhos rascas desmiolados, masoquistas e carneiros dóceis que se deixam levar voluntariamente para o açougue a que os conduzem. Todos os políticos o sabem e estrangeiros também.

No dia em que dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) apontam que o défice orçamental no primeiro trimestre se agravou para 7,9 por cento do PIB, ficando acima da meta de 4,5 por cento prevista para o final do ano, o criminoso cadastrado pelo Tribunal Criminal de Évora, ladrou para saloios burgueses:
«Os resultados que estamos a observar são positivos na medida em que indicam que estamos a fazer um ajustamento bem-sucedido.»

Bem sucedido significa o que todos conhecemos: a miséria geral por má e incompetente política económica e enorme alargamento entre ricos e pobres sem igual em toda a Europa.

Estes resultados, apenas iniciais, foram previstos internacionalmente, não trazem qualquer novidade e são apenas o início da catástrofe segundo a opiniões de economistas de renome que não estão a soldo da coelheira nacional. Veja-se uma tradução de um dos imensos artigos por economistas notáveis e espere-se tranquilamente o que se segue. Tal como até agora tudo o previsto tem acontecido. Como esperar outra coisa?

O medo, a intimidação, a exploração e o empobrecimento são as marcas registadas deste governo.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Frases Célebres do Coelho Para Recordar

Vale a pena coleccionar algumas frases, ditos, apartes, afirmações, comentários ou outros pequenos acontecimentos para recordarmos mais tarde e podermos avaliar com realidade os casos em causa ou a sinceridade ou honestidade daqueles que com elas se comprometeram apoiados em factos reais.

Eis pois algumas frases em que o Coelho empenhou a sua palavra e o pouquíssimo que lhe resta duma honra já bem roída por um acórdão de condenação dum tribunal criminal sem falar noutras vigarices em investigação agora provavelmente suspensas. O criminoso que o autor principal da miséria actual nacional, o Cavaco, pois, escolheu para acabar de enterrar o país: um criminoso que agora se nos revela ainda como um pantomineiro de meia-tigela, aldrabão e vigarista. Só em Portugal, um criminoso condenado pode ocupar lugares de relevo no estado e até ser nomeado primeiro-ministro, havendo quem lhe chame democracia.

A regra nacional é: quanto mais ordinário for, maior será a sua aceitação política e a sua bestialidade reconhecida como mérito. Nunca um governo teve tantos ministros rascas e ordinários e até um criminoso como o actual. Veja-se no artigo precedente, entre tantos outros. Quer tiver princípios que reflicta sobre a realidade.

Ouçamo-lo.

sábado, 6 de agosto de 2011

Destruição Nacional
Segunda Vaga

Após a primeira vaga da destruição da estrutura de subsistência nacional – sobretudo pescas, agricultura e indústria – pela banda de ladrões da oligarquia cavaqueira, temos agora a destruição do que restou. Está assim garantida a miséria do país por mais de um quarto de século se tudo correr pelo melhor, assim como a dependência completa dos países que vierem a investir nos despojos nacionais.


No país com mais baixa produtividade, a crise e a miséria não se vão em meia dúzia de anos, sobretudo com a persistente destruição e desbarato dos meios de produtividade.

O Cavaco desgraçou o país. Comparável ao Mubarak, ainda que a um outro nível bem diferente, mas não é julgado. Porquê? Pela mesma razão que o Mubarak também não foi julgado durante décadas, mas a o povo egípcio conseguirá justiça e o português não por ser mais carneiro. Ridículo: o presidente rasca escolhe o meio mais rasca para escrever aos rascas: o Facebook. Não quer falar como devia? É o presidente do Facebook. E recomenda. Que calibre!

Parece que todos se esqueceram de que o Cavaco e a filha são dois beneficiários directos dos desfalques do BPN que NÓS estamos e vamos terminar de pagar enquanto eles e os outros guardam os lucros do que nos roubaram. Para recordar os esquecidos, vejam-se as notícias da altura no Jornal de Notícias e no I Online. Disse que não o repetiria, mas não devolveu o que roubou.

O governo procede à liquidação do património do Estado. De pensemos sobre o que nos têm ocultado: mais de um terço dos países da UE – tanto dos maiores como dos menores – mantêm as chamadas «golden shares» e não vão abdicar nem desfazer-se delas, pois são a garantia de que bens de interesse nacional permanecem nacionais. A exigência acordada pelos três partidos ao triunvirato não passa duma submissão a uma imposição de passagem dos bens nacionais para possessão estrangeira. Vejamos claramente.

Tudo o que está a ser tornado privado vai ser comprado em saldo por empresas estrangeiras. Ou seja, Portugal vai passar a exportar os lucros, aumentando a miséria nacional. Claro, as empresas precisarão de trabalhadores, os explorados, que terão os seus ordenados, mas o sumo do negócio, os lucros, passarão a ser exportados. É o método encontrado por este governo para assegurar o aumento das exportações. (Ver sondagem e artigo sobre o assunto.)

Por outro lado, o emagrecimento do Estado só está a ser operado ao nível dos não militantes, que estão a pagar a factura resultante do desbarato dos governos do Cavaco. Os boys passam agora a chamar-se especialista. Mudança de nomenclatura para, costume geral, ocultar as intenções. Está a acontecer com uma rapidez até agora inédita num país de máfias oligárquicas de rapina. Os ordenados agora acordados aos parasitas continuam a ser superiores aos dos países ricos. Por demais continuam a nomear políticos para cargos económicos e comerciais que, como nos outros países, deviam ser postos a concurso. Vigaristas e ladrões que roubam os empregos da população.

Afinal, que pouca vergonha é esta de um primeiro-ministro criminoso que faz tudo ao contrário da sua nojenta propaganda eleitoral. O Sócrates era mentiroso e este prova ser ainda mais. Ele e os seus acólitos (ex.: Cagão Feliz, Manela Leiteira, Paulo Portas, Rui Rio, etc.)do fosso entre ricos e pobres não se calavam em quererem acabar com os subsídios, Agora aumenta ainda esse fosso e junta outros subsídios aos existentes.

Em vez de cortar na gordura, corta na carne e deixa a gordura. Entretanto, o Cavaco escreveu «este é o momento para recuperar forças e ânimo para um novo ano que será de grande exigência», mas não recomendou exigências na redução das despesas ao funcionamento do governo, que está a fazer o contrário da sua banha da cobra na campanha eleitoral. O autor já tinha prevenido em vários artigos como o Coelho chamava estúpidos aos portugueses e mais uma vez se verifica como é fácil de desmascarar um impostor. Houve quem tivesse apodado a visão clara de partidarismo. A estes e aos lorpas que nele votaram de nada serve reconhecê-lo agora e reclamar: assim o quiseram, assim o têm. O costume, não?
[Note-se neste post que o professor sabe como e onde colocar o símbolo do euro (€) que a maioria dos iletrados ignora e imita a jornaleiragem de ignorantes pedantes e barrascas.]

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Ignomínias de Gananciosos e Impostores

Um governo minoritário ou composto por vários partidos em coligação – esta última sendo o comum nos países nórdicos mais democráticos – deveria produzir os melhores resultados, além de representar melhor os eleitores, pois que as maiorias que se têm tido têm sempre representado cerca de 40% dos votos, indo os restantes (a maioria) para o lixo.

Por esta e outras razões já várias vezes enunciadas [Vejam-se os links ao fundo do artigo], Portugal nunca teve um governo democrático, nem representativo, nem mesmo legal.

Ora, verifica-se de novo que a ganância das oligarquias mafiosas não permite uma verdadeira democracia. Assistimos em contínuo a uma guerra pelo tacho, pelo enriquecimento ilícito e pelo roubo impune (tudo à nossa custa), em que as armas são os resultados da desgraça nacional usadas nos ataques entre os figurões empregando palavreado dirigido a uma população de atrasados mentais incapazes de discernir a malvadez do que é justo ou a verdade da patranha. É nisto apenas que esses energúmenos contam para sacar os tachos. Iguais de todos os lados, o palavreado apenas muda consoante a ocasião.

Ultimamente, por um lado ouvimos o governo apresentar vários dados manipulados em seu favor sobre vários sectores de interesse, como a economia e a pobreza.

Por outro lado os outros mafiosos tentaram transformar os dados em apoio de críticas ao governo. Um deles, diferente por errado, foi a crítica do Paulo Portas de que uma diminuição registada da pobreza duma ordem de 0,1% era um agravamento. Ora, tendo em conta a recessão, esse resultado até deve ser equiparado a um milagre. Está bem longe do que se precisa, mas em evidente contrariedade com a afirmação do Portas.

O Sócrates tem-se visto obrigado – e muito bem – a engolir a sua arrogância ao felizmente ter perdido a maioria. Do lado do PSD e do CDS ouvem-se autênticas bestialidades desarrazoadas por desprovidas de sentido. Dizem que é arrogante como antes quando todos sabemos bem isso lhe ser agora impossível, ainda que o queira ou quisesse ser. É que há sempre os crédulos que ouvem sem ver nem pensar. A voz vai-lhes directamente ao coração sem lhes passar pela cabeça. Não será por isso que os germânicos dizem que os portugueses pensam com o coração e sentem com a cabeça? Bom, na verdade até dizem muito pior e mais grave.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Luta Pela Liberdade

Após tantas tentativas para decapitar os patriotas bascos, as bombas continuam a explodir numa demonstração daquilo que todos conhecem e que os castelhanos teimam em ignorar: tal como na Palestina e noutros casos idênticos, quanto maior for a repressão odiosa maior será a reacção. Os filhos dos sacrificados multiplicarão as acções contra os ocupantes agressores.

É evidente que o governo central Castelhano se esforça por manter a situação tal como ela se encontra. Se o governo e a população alguma vez quisessem mudar e optar pela paz, adoptariam a única medida existente nesse sentido e que eles bem conhecem: a autonomia total do país de acordo com a Carta das Nações Unidas.

Enquanto não o fizerem os Bascos têm o direito universalmente reconhecido de lutar contra a ocupação exactamente da mesma forma que os franceses o fizeram contra a ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial. A resistência francesa, comandada pelo General De Gaule, foi e tem sido alvo dos maiores elogios e honras nacionais, enquanto os seus colaboradores que mais bombas fizeram rebentar são considerados heróis. Não podemos separar os dois casos e apadrinhar medidas diferentes para um mesmo problema.

Os Bascos não têm qualquer relação étnica com os Castelhanos nem povos vizinhos, nem mesmo de longe. Que fazem lá, pois, os Castelhanos? Aprisionar e matar os Bascos só pode resultar numa palestinização do problema. Quantos mais os tentarem esmagar maior será a reacção. A experiência tem-no-lo demonstrado.

As discussões sobre a paz têm sido sempre sabotadas pelos governos Castelhanos, como se sabe. O povo espanhol, estúpido ou estupidificado pelos seus políticos, faz demonstrações contra os Bascos em lugar de exigir a paz do governo. Os espanhóis não querem a paz, mas um domínio colonial.

Os Castelhanos sempre foram os criminosos mais sanguinários da História Universal e os seus genocídios e torturas espantam por uma crueldade viciosa e única no mundo. Não obstante, confessam-se orgulhosos pelos herois, um bando de assassinos e exterminadores, dando os seus nomes a ruas em cidades. Tentam esconder os seus crimes, mas podemos lê-los em muitos livros. Estes dois links são bem expressivos:
http://en.wikipedia.org/wiki/Bartolomé_de_las_Casas
http://recherche.univ-lyon2.fr/grimh/ressources/concours/Carlos%20V/Casas%20Destruccion.pdf

Agressão colonial é o modo como respondem ao grito dos Bascos pela autonomia. Franco deu permissão à Luftwafe para bombardear e matar no país basco para se treinar. Já todos se esqueceram do quadro de Picasso, Guernica, e o que ele costumava referir a seu propósito? Não sabemos que a Espanha se opõe sempre à liberdade e autonomia de qualquer país, seja ele qual for? Porquê? Não querem a paz.

Para termos conhecimento de como estes casos são abordados pela imprensa internacional, basta-nos uma simples pesquisa na internet usando as palavras «Basque» e «bomb», por exemplo; quando sobre um caso em perticular acrescentar o nome do local. Não lemos nenhuma crítica do género das da jornaleirada imunda portuguesa. Jamais se lê a palavra «terrorismo» ou qualquer dos seus compostos ou derivados em relação aos Bascos. Só a canalha nacional imita a canalha castelhana chamando de terrorista a um povo ou a actos a que todo o mundo classifica como de separatista. É verdadeiramente ignóbil o modo como a falsa matrona correspondente da RTP em Espanha apresenta estes casos.

A jornaleirada nacional, incapaz e sem profissionalismo, mente e encobre. Em tudo e com tudo. Do lixo fabrica scoops. Veja-se mais sobre estes assuntos aqui e aqui.