O ministro da Economia, Manuel Pinho, recusou qualquer intervenção governamental sobre os preços dos produtos petrolíferos, conforme poderão verificar nesta notícia que publicámos no site, retirada do jornal Publico.pt.
Manuel Pinho põe assim de lado qualquer intervenção nos preços, quer através do seu congelamento, tal como foi feito no governo de António Guterres, quer de descidas ao nível dos impostos. Desta forma - em que o Estado abdica da sua função reguladora da sociedade - a Galp faz o que bem entende com o preço dos combustíveis. É o neoliberalismo em pleno, funcionando com a conivência de um governo que se apresentou ao eleitorado como socialista. Sê-lo-ia, se tivesse preocupações sociais, como evitar aos cidadãos este novo choque de preços. Mas a contestação não se fez esperar e organizações de revendedores e de cidadãos, estas espontâneas, já estão a mobilizar-se contra este novo atentado aos direitos de todos.
MUNDO AO CONTRÁRIO
Há 1 ano