O governo cumpre tudo o que o partido apodrecido tem vindo a anunciar desde há anos: o alargamento da fossa entre ricos e pobres, que já era a mais profunda da UE. Como nos admirarmos quando o partido no governo cumpre honestamente aquilo que, abertamente ou não, sempre mostrou ser o que intencionava fazer?
Muitas outras afirmações de banha da cobra fez durante as eleições, mas faz agora o contrário. Porém, sobre esta não fez juras nem promessas, mostrou claramente a sua vontade e intenção que agora cumpre. Por muito mau que posse ser é impossível de incriminar com objectividade e honestidade. A clara intenção é a de tirar aos que menos têm e fazê-los pagar a crise que a corrupção e a ladroagem originaram a começar no governo do Cavaco (como já por várias vezes aqui exposto). Nenhum dos que se seguiram sequer tentou reverter o caminho em que o país fora lançado. Aos que mais têm nada é tirado.
Há quantos anos ouvimos o Cagão Feliz martelar sobre esses assuntos?
Os culpados são os que neles votaram e o fosso entre ricos e pobres vai continuar a aumentar.
Polémica absurda sobre a discordância do Cavaco com o Coelho. As alusões do primeiro apenas serviam para, sub-repticiamente, apoiarem as decisões do segundo. Um logro tão bem arquitectado que foi interpretado como eles desejavam.
É professor(a)? Veja esta publicação do Ministério da Educação no Diário da República.

Mais um, um mês depois, mas a boche nem se incomodou a disfarçar o nome.

Como nos gozam! E como gostamos ou nem damos por isso, deixamos. Eles têm toda a razão em nos tomarem por lorpas e parolos, se não atrasados mentais. Ideia do tão gabado ministro e do seu superior hierárquico, evidentemente. A crise é para pagar por todos sem excepção? Em marketing, político ou não, quanto mais se fala num tópico ou numa intenção maior é a falsidade, pois que o único intuito é o de fazer deixar passar uma decisão contra aqueles a quem se quer convencer. O grande bluff.
Muitas outras afirmações de banha da cobra fez durante as eleições, mas faz agora o contrário. Porém, sobre esta não fez juras nem promessas, mostrou claramente a sua vontade e intenção que agora cumpre. Por muito mau que posse ser é impossível de incriminar com objectividade e honestidade. A clara intenção é a de tirar aos que menos têm e fazê-los pagar a crise que a corrupção e a ladroagem originaram a começar no governo do Cavaco (como já por várias vezes aqui exposto). Nenhum dos que se seguiram sequer tentou reverter o caminho em que o país fora lançado. Aos que mais têm nada é tirado.
Há quantos anos ouvimos o Cagão Feliz martelar sobre esses assuntos?
Os culpados são os que neles votaram e o fosso entre ricos e pobres vai continuar a aumentar.
Polémica absurda sobre a discordância do Cavaco com o Coelho. As alusões do primeiro apenas serviam para, sub-repticiamente, apoiarem as decisões do segundo. Um logro tão bem arquitectado que foi interpretado como eles desejavam.
É professor(a)? Veja esta publicação do Ministério da Educação no Diário da República.
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Tem um mês, mas como «produz efeitos a partir de 25 de Junho», exactamente um mês e meio após a eleição do governo, significa que ao ser eleito já tinha em mente sacar os falsos subsídios do 12º e o 13º mês aos professores, mas não aos políticos e amigos no próprio ministério. Por isso agora eles mudaram-lhe o nome para «abono suplementar».Mais um, um mês depois, mas a boche nem se incomodou a disfarçar o nome.

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Há muitos mais, evidentemente, e aquele sobre os deputados já todos devem conhecer. O mal é esquecerem-se tão rapidamente e eles saberem-no bem, que as vão repetindo com a mesma impunidade.Como nos gozam! E como gostamos ou nem damos por isso, deixamos. Eles têm toda a razão em nos tomarem por lorpas e parolos, se não atrasados mentais. Ideia do tão gabado ministro e do seu superior hierárquico, evidentemente. A crise é para pagar por todos sem excepção? Em marketing, político ou não, quanto mais se fala num tópico ou numa intenção maior é a falsidade, pois que o único intuito é o de fazer deixar passar uma decisão contra aqueles a quem se quer convencer. O grande bluff.