quinta-feira, 31 de março de 2011

Os Fazedores de Crises Financeiras
- Ganância e Cobardia -

Quem ou o quê estará por detrás das ditas avaliações dos mercados?

Após pequena análise mental rudimentar evidencia-se que essas agências de classificação – cujo nome os ignorantes e pedantes não sabem ou não querem traduzir (o segundo caso mais grave que o primeiro por revelar uma deficiência mental no comportamento) – conclui-se eu essas agências são todas Norte Americanas sem excepção.

Como se faz, que só eles as tenham? Na Europa nunca se justificou a sua necessidade por nunca se ter tentado impor uma hegemonia monetária mundial, até porque a existência duma moeda comum é recente. O que aconteceu foi os EUA, na sua ganância de exploração mundial e abolição dos princípios dos Direitos Humanos (na sua constituição apenas como figurantes), que lhes mereceu a justa classificação de imperialistas, inventaram essas agências de classificação A agências servem, evidentemente para desvalorizar o dinheiro dos outros a fim de que eles sós possam gozar da vantagem do valor que se atribuem. Não acreditar ou não querer ver este facto real é negar que a China é praticamente a dona dos EUA já desde fins da década de 1980.

Então os EUA, com a maior dívida mundial continuam com o seu rating inalterável? As agências só funcionam contra os outros países. A sua finalidade é a de manter a hegemonia do Dollar custe o que custar. A legislação dos EUA só permite a emissão de dinheiro à Reserva Federal, mas isto não é respeitado e o governo permite que os bancos possam ter os cofres vazios clamando estarem cheios. Essa hegemonia do Dollar, aliada à infracção da legislação, permite a especulação mundial e ganhar fortunas ilicitamente, do modo que provocou os desastres financeiros de Wall Street e que eles estão a fazer os outros países pagar em seu ligar.

Está-se a passar o que foi previsto por Thomas Jefferson, o terceiro e um dos mais eminentes presidentes dos EUA (1601-1809), há 200 anos:
If the American people ever allowed the banks to control the issuance of their currency, the banks and corporations that will grow up around them will deprive the people of all property until their children will wake up homeless on the continent their fathers occupied.

[Tradução: Se o povo Americano alguma vez permitisse aos bancos controlar a emissão da sua moeda, os bancos e as corporações que crescerão em seu redor privariam as pessoas de todos os seus bens até que os seus filhos acordassem sem casa (uns sem-abrigo) no continente que os seus pais ocuparam.]

O Sixteenth Amendment da constituição, em 1913, veio concretizar o que Thomas Jefferson temia, lançando a Reserva Federal e os bancos no caminho destrutivo que ele previu e que tão bem conhecemos e sofremos.

domingo, 27 de março de 2011

Manipulação das Informações pela RTP
Vil Corrupção Jornaleira

Já todos conhecemos sobejamente as encenações e como as informações são tratadas pelos jornaleiros que escondem ou atiram à cara, mentem ou armam histórias.

Outro dos diversos métodos de nos enganarem propositada e intencionalmente, é no mínimo com a simples ideia de que eles é que sabem e são os donos e senhores das informações que decidem aquilo que nos devem transmitir. Controlam, transformam, encobrem e inventam à sua inconveniência, fazem montagens técnicas para modificar a realidade.

Este procedimento é a causa número um da ignorância nacional sobre a realidade, não só do que se passa nos outros países, mesmo na própria Europa (o caso presente); sobre como funcionas as verdadeiras democracias (que Portugal não é); como nelas são tratados assuntos de interesse fulcral para a população, tais como a saúde ou a segurança social; como são as leis laborais; o que faz a competitividade dum país e o enriquece, assim como tantos outros assuntos que estes animais aldrabões e vigaristas nos escondem ou sobre eles nos enganam descarada e impunemente.

Ontem, 25 de Março de 2011, a RTP, num golpe de num golpe de montagem, manipulou os jornais da noite da RTP-1 e o das 22h da RTP-2.

Sem mais comentários do que esta explicação, veja-se de que maneira no próprio site da RTP, cortando uma parte duma reportagem, o que inverteu o seu sentido e significado, alterando completamente o seu sentido num acto deliberado de desinformação.

A reportagem foi apresentada por inteiro no jornal Hoje, da RTP2, das 19h00, como no extracto deste primeiro clip, iniciado aos 7m11s e que se encontra ainda no site da RTP em
http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=26919&e_id=&c_id=8&dif=tv


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Os europeus correm contra o muro


Entrevista de um professor chinês de economia, sobre a Europa, o Prof. Kuing Yamang, que viveu em França:



1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas, ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos... 

2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!



8. Dentro de uma ou duas gerações 'nós' (os chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacas de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um
desempregado...

10. Vão (os europeus) direitos a um muro e a alta velocidade... 


Imagem da Net

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Início da «explosão social» generalizada

Transcrição de artigo seguida de NOTA:

Jornal de Notícias. 110205. 00h09m. Por Joana Amorim


Chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) discutiram ontem o futuro do euro, acreditando que a Europa vai sair mais forte da crise da dívida soberana. O mesmo havia sido dito aquando da crise alimentar de 2008. E o resultado está à vista.

Tirando uma ou outra excepção, os estados-membros, Portugal incluído, nada fizeram para prevenir uma nova alta de preços. Como a que está actualmente em vigor - na passada quinta-feira ficámos a saber que o preço das matérias-primas alimentares estava ao nível mais alto dos últimos 20 anos. Num país que importa quase metade do que consome, como o caso de Portugal, soam as sirenes.

As causas são já conhecidas: uma forte pressão do lado da procura, nomeadamente de países emergentes como a China e a Índia; a alta do petróleo, que continua acima dos 100 dólares o barril; as alterações climáticas, como os recentes fenómenos de cheias; o denominado mercado das "commodities", que é como quem diz a acção dos especuladores financeiros, ao que acresce ainda a apreciação do euro; e, por último, a pressão da produção de etanol, nomeadamente nos EUA, no preço do milho.



E o que fazer, então, tendo em conta que as variáveis não estão nas nossas mãos? O titular da pasta da Agricultura entende que "é inviável" Portugal ter reservas alimentares estratégicas, mas várias vozes do sector dizem precisamente o contrário, dando o exemplo francês. Como o defende, aliás, o Programa Alimentar Mundial.

Sem reservas, ficaremos então à mercê da volatilidade dos mercados? Ou ficaremos à espera que a grande distribuição continue a assumir esse aumento, não o reflectindo no consumidor? Sejamos claros, se esta subida se prolongar no tempo vamos, todos, pagar mais caro pela comida que pomos na mesa.

Vamos apostar na constituição das ditas reservas estratégicas e/ou fomentar a produção nacional com vista a uma menor dependência do exterior? Depois do que se passou em 2008, em que se chegou, inclusive, a falar de racionamento, aconselha a prudência a que ponhamos mãos ao trabalho. Para que possamos todos sair mais fortes de mais esta crise.

NOTA: Mas nada de melhor se pode esperar! Os actuais políticos, não só os nossos, salvo eventuais excepções, não possuem preparação, nem moral, nem dedicação pelos interesses das populações para aprenderem e procurarem as melhores soluções. São regidos pela ambição da riqueza pessoal – todos, com eventuais excepções, acabam por ser incluídos nas listas dos mais ricos - e essa ganância coloca-os nas mãos dos poderosos da economia e das finanças que os manipulam à sua vontade e segundo o seu interesse, através de corrupção a que alguns chamam eufemísticamente de «robalos».

Não é por acaso que acontece o que está a passar-se no Norte de África e no Médio Oriente. «O povo é sereno» e muito paciente até atingir o ponto em que se vê obrigado a agir. E este agora parece ser o momento em que o despertador acorda os mais pacíficos. Estamos no patamar de grandes alterações na ordem social mundial.

Imagem da Net

sábado, 21 de agosto de 2010

Colonizados no seu Próprio País

A livre circulação europeia é certamente louvável e devia mesmo ser adoptada a nível mundial. Oferece uma maior liberdade humana e proporciona relações entre os povos, criando até amizades e evitando guerras. Aliás, foi essa a ideia de base da formação da União Europeia num continente continuamente rasgado pelas guerras entre os povos que o constituíam.

No entanto e como com quase tudo, o seu exagero ou aplicação desadequada ou imprópria, produzem efeitos contrários.

Um desses exemplos é o erro provocado pelo traidor Mário Soares em chamar «nossos irmãos» aos amaldiçoados espanhóis. Irmãos apenas como humanos, mas mais afastados que os Lusitanos ou Galegos, assim como Celtas, Suevos, Visigodos e todos os outros povos que nos invadiram e nos deixaram os seus descendentes, pois que as nossas relações com os espanhóis são unicamente devidas à proximidade e não consanguíneas como com os povos atrás citados. Os jornaleiros, incultos, ignorantes, incompetentes, falsos e desinformadores irresponsáveis, propagaram essa ideia incorrecta, idiota e falsa, ao ponto do povo, com baixíssima escolaridade e entendimento, passar a crer, enganado.

Daí, substituiu-se a expressão correcta de Península Luso-Ibérica por Península Ibérica e para contentamento do povo selvagem vizinho, começou a chamar-se Ibérico a tudo o que estivesse na península ou que com ela se relacionasse. Errado, pois que nada temos a ver com os Iberos. Até os laços entre iberos e castelhanos – estes geograficamente situados de permeio – são relativamente ténues, visto os primeiros terem ocupado, histórica e arqueologicamente, uma região limitada ao Leste da península, como se pode ver neste mapa na Wikipedia (mapa 1), tendo-se posteriormente alongado mais para o Sul (mapa 2 e mapa 3).

Como se pode verificar, os lusitanos e os iberos nem fronteiras comuns alguma vez tiveram.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Pedro Coelho Chama Estúpidos aos Portugueses.
Mais uma Vez. Terá razão?

Não há outro modo de interpretar as palavras do aborto e dos seus acólitos. Pelo menos para quem conheça um pouco a sua biografia de parasita partidário que conseguiu todos os tachos por ser militante assíduo, ainda que pouco brilhante em ideias.

Não obstante, na reunião dos tachistas parasitas e ladrões da sua oligarquia mafiosa, um tordo zurrou, aclamando esses delitos e defeitos como qualidades.

Como interpretar, também, o seu enorme abuso em gozar os portugueses, ao propor uma baixa de 5% nos ordenados dos políticos, deixando os restantes ganhos intactos? Como ousar avançar ridiculamente 5% e não 30% ou mais, dada a enorme disparidade? Eles estão em Portugal, pelo que os seus ganhos devem ser paralelos aos da restante população. Mais é um roubo, e ele defendeu o roubo gozando o povo. Como interpretar as suas palavras de protecção aos mais pobres, quando nada diz sobre o governo tirar-lhes o pouco que ainda têm e não tocar nos exploradores impunes que mais possuem? Como interpretar a sua defesa do povo, quando jamais avançou qualquer ideia ou opinião sobre acabar com as inumeráveis fundações e funções desnecessárias, em lugar de terminar com os subsídios de desemprego nesta altura fatídica? O mafioso só pode estar à espera da vez da sua oligarquia se apoderar desses postos inúteis para roubar impunemente. Ou não? Como nunca propôs que os cargos do estado fossem atribuídos por concurso, como nos outros países, em lugar de dados a ignorantes parasitas dos partidos?

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Pedro Coelho Contra os Direitos Humanos

Ultimamente, tem-se discutido sobre a intenção do PSD, apregoada pelo neoliberal ferrenho Pedro Coelho acerca das suas ideias sobre uma constituição que permita a destruição do sistema de saúde e consequente substituição por outro que consagre um sistema de classes.

Quer classes de ricos e pobres com direitos e regalias distintos? Será possível ser-se mais falso? Fácil de passar quando a própria população, nas suas conversas e no que escreve, admite a existência de classes, nomeando-as. Ou seja, o seu subconsciente sabe que a democracia neste país não existe, pois que havendo classes não pode haver democracia: ou uma ou outra, pois que na prática uma impede impreterivelmente a existência da outra.

«A Constituição não pode ficar cristalizada.» – Pedro Coelho, o hipócrita.

Nas democracias mais antigas, as constituições têm durado cerca de 100 anos ou mais. Nos EUA, parece que todos devam conhecer que tem mais de 220 anos. Em França, a constituição de 4-11-1848 durou até 1946. A constituição federal suíça de 28 de Maio de 1874 durou até 18 de Abril de 1999. De notar que países que sofreram grandes transformações com as consequentes das duas Guerras Mundiais, quase todos renovaram as suas constituições. Este caso, porém, não é o nosso, que não houve cá guerra.

Em vista destes dados reais, o Pedro Coelho revela-se assim um miserável ganancioso e irresponsável, em que as suas falsidades se baseiam numa incrível contradição da própria história.

Outro mito que este indivíduo tem criado é a confusão sobre o direito à saúde, a ponto de que muitos duvidam hoje sobre se esse direito é ou não um direito obrigatório democrático. O direito à saúde é muito mais do que isso. De acordo com todas as organizações mundiais de Direitos Humanos o direito à saúde faz parte integrante dos Direitos Humanos Universais.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Ignomínias de Gananciosos e Impostores

Um governo minoritário ou composto por vários partidos em coligação – esta última sendo o comum nos países nórdicos mais democráticos – deveria produzir os melhores resultados, além de representar melhor os eleitores, pois que as maiorias que se têm tido têm sempre representado cerca de 40% dos votos, indo os restantes (a maioria) para o lixo.

Por esta e outras razões já várias vezes enunciadas [Vejam-se os links ao fundo do artigo], Portugal nunca teve um governo democrático, nem representativo, nem mesmo legal.

Ora, verifica-se de novo que a ganância das oligarquias mafiosas não permite uma verdadeira democracia. Assistimos em contínuo a uma guerra pelo tacho, pelo enriquecimento ilícito e pelo roubo impune (tudo à nossa custa), em que as armas são os resultados da desgraça nacional usadas nos ataques entre os figurões empregando palavreado dirigido a uma população de atrasados mentais incapazes de discernir a malvadez do que é justo ou a verdade da patranha. É nisto apenas que esses energúmenos contam para sacar os tachos. Iguais de todos os lados, o palavreado apenas muda consoante a ocasião.

Ultimamente, por um lado ouvimos o governo apresentar vários dados manipulados em seu favor sobre vários sectores de interesse, como a economia e a pobreza.

Por outro lado os outros mafiosos tentaram transformar os dados em apoio de críticas ao governo. Um deles, diferente por errado, foi a crítica do Paulo Portas de que uma diminuição registada da pobreza duma ordem de 0,1% era um agravamento. Ora, tendo em conta a recessão, esse resultado até deve ser equiparado a um milagre. Está bem longe do que se precisa, mas em evidente contrariedade com a afirmação do Portas.

O Sócrates tem-se visto obrigado – e muito bem – a engolir a sua arrogância ao felizmente ter perdido a maioria. Do lado do PSD e do CDS ouvem-se autênticas bestialidades desarrazoadas por desprovidas de sentido. Dizem que é arrogante como antes quando todos sabemos bem isso lhe ser agora impossível, ainda que o queira ou quisesse ser. É que há sempre os crédulos que ouvem sem ver nem pensar. A voz vai-lhes directamente ao coração sem lhes passar pela cabeça. Não será por isso que os germânicos dizem que os portugueses pensam com o coração e sentem com a cabeça? Bom, na verdade até dizem muito pior e mais grave.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Grande Pata em Pequena Poça

O super neo-liberal Pedro Coelho e seus acólitos, os sectários da mais nova família mafiosa do PSD, mais uma vez meteram uma enorme pata numa pequena poça. E saltou-lhes a lama em cima.

Se é exacto que as chamadas «golden shares» não têm razão de existir, também é certo que, por os fundos de coesão terem sido roubados, desperdiçados e mal usados pelos governos do Cavaco do cabouco, como todos nos recordamos, Portugal ficou sem possibilidade de defesa no conjunto de países mais ou menos bem preparados para a concorrência.

Todas as empresas com alguma importância são vitais para o país nas circunstâncias que esses governos lhe criaram. Assim, apoiar qualquer decisão ou norma que de algum modo possa ser letal para a economia nacional, não pode ser menos do que alta traição por decisão contra os interesses nacionais de toda a população.

O governo actual não pode durar muito tempo pelas razões expostas neste post e mundialmente conhecidas e comprovadas. Reflicta-se, pois, no que poderá ser um governo composto por um tal seita de ladrões e traidores que se infiltraram no PSD com ideias anti-população bem diferentes das que o partido professava. Neo-liberais que tiram o comer da boca dos eleitores e família para o darem aos bandos de ladrões permitidos por legislação fabricada para lhes garantir a impunidade. Não foram eles os únicos a manufacturar essas leis, apenas começaram, mas até agora não mataram a galinha dos ovos de ouro e crer que o farão é ser um pouco mais que ingénuo.


Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Consequências duma Justiça Podre
Só em Portugal

A justiça em Portugal é o que todos sabem e bem. O povo não está de modo algum enganado sobre o que diz nem do que pensa, pois que é ele quem sente os resultados profundamente na carne.

A corrupção na justiça, em que tanto a sua colaboração com o poder ilegal instalado (dos designados para o parlamento pelos seus partidos, p. ex., poucos são os eleitos que para lá vão, salvo os cabeças de lista), como as suas lutas contra ele o demonstram. Juízes e magistrados organizados em bandos a que chamam sindicatos.

Têm-se chagado a fazer processos que só se imaginam e tentam por esta lástima em que a justiça se encontra. Juízes incapazes e inexperientes, rapazolas ignorantes, corruptos como o resto da sociedade. Deste modo, tentando aproveitar esta balbúrdia, confusão e desordem, alguns, não poucos, intentam processos fundados em razões loucas e contrárias a todos os verdadeiros princípios de justiça. Porquê? Simples, pelo que ficou atrás e por terem muitas vezes sido aceite por esta justiça podre.

Tentando aproveitar a onda, o último caso mais flagrante foi o da Manuela Moura Guedes. Não obstante a sua condenação formal pelo Conselho Deontológico do próprio Sindicato dos Jornalistas e da ERC, assim como as reclamações do público em geral que choveram sobre o modo asqueroso como exercia a sua profissão (sempre assim se comportou) no seu malfadado noticiário, este monstro abjecto tem o desplante de intentar um processo por difamação contra o Sócrates.

Não é que ele seja digno de dó nem de consideração especial ou pessoal, mas as suas palavras foram até demasiado moderadas nas circunstâncias que essa ordinária criou. Esperava-se dele uma reacção muito maior e não a sobriedade com que assumiu a sua defesa de direito. Note-se que é isto que interessa a este propósito, da queixa e dos antecedentes directos apenas sobre este caso. Seja o Sócrates aquilo que for ou até mesmo aquilo que se quiser que ele seja, não é isso que está em causa, mas o comportamento da energúmena. Ainda que o Sócrates (ou qualquer um) fosse 100% culpado das suas acusações, nada mudaria a este caso.

Dos países mais ou menos civilizados, só em Portugal, devido ao estado deplorável da justiça e da mentalidade em geral, alguém se aventuraria a uma tal grosseria. O traidor Mário Soares pôs uma pala aos portugueses, que agora não vêm mais longe que a cloaca castelhana. Trata-se duma das mais baixas jornaleiras trapaceiras, pedante, falsa e desinformadora, pois que em lugar de informar, como deveria fazer pela sua profissão, tenta impingir as suas opiniões e ideias do modo ordinário condenado pelas instituições citadas. É um exemplo primeiro do baixo nível a que a maioria dos seus actuais colegas desceu.

É este caso, visivelmente, um facto resultante duma conjugação entre princípios e valores demonstrados por um ser abjecto e a desgraça que reina na justiça. Embora a sua clareza, lêem-se oportunistas que tentam dar razão aos baixos sentimentos e malignidade do ser abjecto, com o único intuito de lograrem todos os que forem incapazes de fazer a distinção (e que não são poucos), unicamente por sectarismo político. Com estes pensamentos retrógrados só se pode retroceder em lugar de avançar. Não admira, pois, o estado mental a que o país chegou e que provocou a miséria. Afinal, nem é o Sócrates quem está em causa, mas o que este caso significa. É necessário partilhar os mesmos sentimentos para se poder aprová-los.



Outras referências elucidativas sobre o mesmo caso publicadas no blog da Mentira! e muitos outros sítios:

Desinformação Generalizada

José Niza Sobre o Caso MMG – TVI

Demissões na TVI

Demissões na TVI (continuação)

Os Maiores Inimigos do Povo e do País

Comunicado do Conselho Deontológico no site do Sindicato dos Jornalistas

Comunicado do Conselho Deontológico sobre a ética dos jornalistas, já de de 2003, a que a corja não ligou.

Jornal Público

Diário de Notícias

E muitos, muitos mais... mas os fanáticos falsos não os vêm e negam-nos.



Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).