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sábado, 29 de novembro de 2008
CONTRA A FOSSA NÃO HÁ ARGUMENTOS
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Quem? O quê? Como? Para quê?
Não é despiciendo afirmar que isto se passa num sector fundamental para a vida dos cidadãos, para a sua sensação de segurança. E a Justiça bem merece mais atenção para reduzir e evitar a descrença que o povo nela tem
Governo só sabe legislar sob pressão
A nova lei orgânica da Polícia Judiciária foi aprovada em Agosto, mas até ao momento continua por regulamentar. A Associação Sindical dos Investigadores da PJ diz que o Governo só sabe legislar sob pressão, realçando que neste momento a incerteza é grande, porque ninguém sabe que função vai desempenhar no futuro.
O presidente da Associação Sindical dos Investigadores da PJ, Carlos Anjos, realça que a Judiciária está em gestão corrente.
«Só o director nacional é que está nomeado, os outros estão em gestão corrente, os adjuntos caíram, necessitam de nova nomeação, mas não pode acontecer sem a lei orgânica estar regulamentada. Vivemos na incerteza de como vai ser a casa», salienta.
Carlos Anjos lembra também que ninguém sabe se com a regulamentação vai manter as mesmas investigações e que as mudanças podem trazer prejuízos para o apuramento da verdade.
«Estamos a investigar factos hoje sem saber se amanhã vamos estar nas mesmas secções a fazer as mesmas coisas ou outras completamente diferentes», assegura.
A Associação Sindical dos Inspectores da PJ diz que mais vale uma lei mal regulamentada do que a actual situação e conclui que o Governo só sabe legislar quando está sob pressão.
No sentido de perceber quando é que o Governo vai aprovar a regulamentação da lei orgânica da Polícia Judiciária, a TSF procura agora um contacto com o Ministério da Justiça.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
O NEO-LIBERALISMO OU A BURGUESIA DECADENTE
O voto é uma importante vitória arrancada dos poderosos. Mas ele é apenas um pequeno passo a caminho do socialismo libertário. Todas as formas de hierarquia, até mesmo aquelas em que aqueles que estão no topo são eleitos, são marcadas pelo autoritarismo e pelo centralismo. Em todo o sistema hierárquico, o poder está concentrado no topo de uma elite de forma que a sociedade torna-se impotente para se impor ou libertar. E tudo isso, para uma vez eleitos, possam fazer tudo ao seu belo prazer. Em todas as burocracias políticas, muitas decisões importantes são tomadas por pessoas não eleitas, ou seja pelos lobys de pressão. No estado burguês acontece com frequência a passagem de fulanos da política para empresas e vice-versa o que demonstra a promiscuidade entre estas duas “castas”, poder político e poder económico.
A natureza da centralização é colocar o poder nas mãos de uns poucos privilegiados e incompetentes. A democracia representativa baseia-se nesta delegação de poder, com eleitores elegendo outros para governá-los. Além de não ajudar isto pode criar uma situação em que a liberdade é colocada em risco.
Bakunin dizia: “o sufrágio universal não previne a formação de um corpo de políticos, privilegiados, os quais, dedicando-se exclusivamente à administração dos negócios públicos da nação, acabe tornando-se uma espécie de aristocracia ou oligarquia política”
O centralismo torna a democracia sem sentido, com a tomada de decisão política sendo determinada por políticos profissionais em capitais distantes, sem autonomia local, as pessoas ficam isoladas umas das outras (atomizadas) sem qualquer forum político onde possam discutir em conjunto, debater, e decidir eles mesmos os assuntos que consideram importantes. As eleições não se baseiam em agrupamentos naturais, descentralizados e assim deixam de ser pertinentes. O indivíduo é apenas mais um “eleitor” no meio da massa, um “componente” político e nada mais.
O povo isolado não representa nenhuma ameaça aos poderes instituídos. Este processo de marginalização pode ser visto na história “ocidental”, por exemplo, quando as reuniões nas cidade foram substituídas por corporações eleitas, com os cidadãos sendo colocados no papel passivo de espectadores. Na condição de um eleitor atomizado o mesmo dificilmente terá uma noção ideal de «liberdade», apesar da retórica dos políticos sobre as virtudes de uma «sociedade livre» e de «um mundo livre» como se o acto de votar uma vez a cada quatro pudesse ser classificado como «liberdade» ou até mesmo como «democracia».
Deste modo, o interesse e o poder sociais são retirados aos cidadãos comuns e centralizados nas mãos de uns poucos. A marginalização das pessoas é o mecanismo de controle chave para o estado e para as organizações autoritárias em geral. Considerando a UE, por exemplo, verificamos que o mecanismo de tomada de decisão entre os estados que a compõem, repousa nas mãos de uns quantos funcionários burocráticos, através de grupos de trabalho altamente centralizados e centralizadores. Os encontros das cúpulas, incluem os Primeiros-ministros, que simplesmente endossam as conclusões concordadas pelos Ministros e outros burocratas que na sua maioria nada sabem dos assuntos discutidos. Só depois desse processo intergovernamental, é que os parlamentares e o povo são informados das decisões tomadas.
Assim como as elites sofrem pressões económicas, os governos também enfrentam pressões dentro do próprio estado devido à burocracia que vem com o centralismo. Há uma enorme diferença entre estado e governo.
Como Bakunin mostrou, “a liberdade só pode ser válida quando o controle popular do estado é válido. Pelo contrário, onde tal controle é fictício, esta liberdade das pessoas se torna igualmente uma mera ficção”
Isto significa que o centralismo do estado pode-se tornar uma séria fonte de perigo à liberdade e ao bem-estar da maioria das pessoas subjugadas a ele. Porém, algumas pessoas beneficiam do centralismo estatal, esses que vegetam no poder e que querem “carta branca” para fazer o que bem entendem, ou seja, os dois sectores da elite governante e poderosa, os burocratas e os políticos profissionais, ambos vendidos ao capitalismo.
#ferroadas
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
PELA REVOLUÇÃO POPULAR (3)

Sei que o ser humano não é perfeito, ninguém é perfeito, mas que diabo a “classe” política mundial e a portuguesa em particular sempre acompanhados dos inefáveis cães de guarda, são uns autênticos mentecaptos, onde a mediocridade é gritante por vezes a roçar a imbecilidade.
Não chegaria o espaço deste post para enumera-los a todos, mas não é só a “classe” política, os patrões (agora apelidados de empresários!!!!!) são, salvo aqui também raríssimas mas muito raríssimas excepções uma manada de imbecis novo-ricos, os quais têm por único objectivo o enriquecimento precoce e não o desenvolvimento do país, muito menos a tentativa de dignificar quem lhes paga as mordomias, estes são para aqueles uma cambada de analfabetos e ignorantes, uns pulhas que só servem para trabalhar.
O Mundo actual quer económica quer politicamente, é “comandado” por este bando de exploradores muito à imagem dos antigos senhores feudais, os quais eram donos de tudo até da nossa dignidade, os barcos negreiros de antanho andam aí, travestidos de precariedade e desemprego, só faltam as correntes, os aguilhões, a chibata, etc., porque carcereiros e bufos já os há. Os governos (todos os governos) convivem bem com estes tipo de coisas, financiam-nos e fecham os olhos às atrocidades, colaboram com o genocídio generalizado da nossa dignidade, da nossa vida, do nosso carácter.
A humanidade só conseguirá sobreviver, quando; patrões ou mandantes, governos ou estado e/ou outras quaisquer formas de opressão, forem banidas. Quando o Povo chamar a si o seu destino. Quando o Povo se capacitar que NINGÚEM pode governar em seu nome. Quando não forem mais necessários infelizes chico-espertos auto-intitulados defensores da plebe, mas não são mais do que uns infelizes déspotas que a troco de mordomias várias lá se vão entretendo a fazer política para os poderosos ou em seu nome. Acabada esta escumalha, a humanidade entrará numa nova era, surgirá então uma forma tão perfeita de auto-governação que jamais terá lugar o intolerante, o incompetente, o medíocre, o iluminado, o corrupto, o arrogante, o sabe tudo, o bufo, o censor, enfim, toda essa corja de eunucos bem falantes que actualmente por aí fedem.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Milu a grande timoneira

Culto da Personalidade ou Culto à personalidade é uma estratégia de propaganda política comum em regimes autoritários, baseada na exaltação das virtudes - reais e/ou supostas - do governante, bem como da divulgação positivista e inventiva de sua figura. O culto inclui cartazes gigantescos com a imagem do líder, constante bajulação do mesmo por parte de meios de comunicação e perseguição aos dissidentes do mesmo - tudo isso é culto à personalidade. Hitler, Stalin, e Saddam Hussein são apenas alguns exemplos dessa tendência política.
Texto publicado tambem no mariazinha
In wikipedia, imagens "roubadas" a wehavekaosinthegarden
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Mais uma lição do dito «Terceiro Mundo»
MpD fomenta transparência na gestão municipal
Isaura Gomes pede auditoria externa à sua própria gestão e encarrega adversário de a coordenar.
Pode ser o fim da politiquice de má língua em que certos partidos são useiros e vezeiros. Achincalhada na campanha eleitoral, Zau mandou agora fazer uma auditoria externa ao seu primeiro mandato. E para que, de uma vez por todas, cessem as atoardas, não esteve com eias medidas – zás!, nomeou um vereador do PAICV para coordenar todo o processo. Zau, zás!
Mindelo, 5 Novembro – O MpD está a pôr em prática, nas autarquias sob sua gestão, uma nova forma de fazer política: começou em plena campanha eleitoral na cidade da Praia, onde Ulisses Correia e Silva prometeu (e cumpriu) lançar uma auditoria à anterior Câmara e auditorias regulares à sua própria gestão. Depois, em Assomada, Francisco Tavares fez o mesmo. E agora, em Mindelo, surpreende com a sua frontalidade.
Acusada duramente e em termos menos próprios por Onésimo Silveira, candidato do PAICV, e por Vanda Évora, candidata tambarina à presidência da Assembleia Municipal, com Gualberto do Rosário a entrar no mesmo coro, Isaura Gomes desafiou-os. Com Zau vitoriosa nas urnas, os adversários meteram a viola no saco, mas a presidente da Câmara de S. Vicente não se esqueceu: quer tudo a limpo. Isaura Gomes pediu uma auditoria externa ao seu primeiro mandato. E para que não restem quaisquer dúvidas, Zau foi mais longe: encarregou um vereador do partido adversário, Albertino Graça, de coordenar todo o processo.
Os autarcas ventoinha assumem assim a luta pela transparência, que se gostaria de ver generalizada a todos os municípios e à própria governação. Este precedente, criado pelo MpD, pode criar embaraços às suas oposições, expostas a verem eventuais atoardas suas varridas por inquirições e “entaladas” se, nos municípios onde têm maioria, o processo das auditorias não for seguido.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Debate RUE
Sexta-feira, 7 DE NOVEMBRO, às 21 horas
Rua Santo António da Glória, nº 52-B, cave C,
Lisboa
Em PORTUGAL 20 mil milhões de euros para os especuladores
ESTE PLANO DEVE SER RETIRADO!
Em Dezembro de 2007, interpelado na Assembleia da República por Jerónimo de Sousa sobre se o compromisso de Sócrates era com o povo português ou com a UE, Sócrates respondeu: “O meu compromisso é com a Europa!”. Isto apesar do referendo à Constituição Europeia – documento semelhante em 95% ao Tratado de Lisboa – ser uma das suas promessas eleitorais.
No único país cujas leis nacionais obrigam à consulta popular por meio de referendo, o povo da Irlanda disse um “NÃO” peremptório ao Tratado de Lisboa. Desde então os dirigentes da União Europeia têm procurado por todos os meios dar a volta às leis que os próprios criaram para colocarem em causa esta escolha popular.
Agora o “compromisso” claramente assumido pelos governos europeus, em sintonia com os Estados Unidos da América, é com o capital financeiro, com os banqueiros e com as grandes empresas. Quando os trabalhadores vão para o desemprego, não há um cêntimo que seja usado a seu favor, sendo as próprias leis da União Europeia a impedi-lo.
Este mês, 3 mil trabalhadores da Nissan manifestaram-se contra o despedimento de mais de um terço dos assalariados da fábrica de Barcelona:
“O dinheiro deve ser para garantir os nossos empregos e não para salvar os banqueiros”, foram as palavras de ordem mais gritadas.
Entretanto os estudantes ingleses têm se manifestado aos milhares gritando:
“Dinheiro para as Universidades e não para os banqueiros!”.
Em Itália, Berlusconi procede a uma contra-reforma educativa que visa despedir 120 mil professores e cortes na ordem dos 8 mil milhões de euros só para o ensino universitário.
Em Portugal, 72% das famílias têm dificuldade em pagar as suas contas. Entre estas, as famílias de rendimentos mais baixos vêem metade destes serem absorvidos pelos encargos com o seu endividamento. Enquanto isto, o governo de José Sócrates decidiu desbloquear 20 mil milhões de euros para alimentar a especulação financeira.
Em conclusão: os governos da União Europeia, de acordo com os seus tratados e directivas, são unânimes em concordar que os dinheiros públicos devem ser usados para alimentar a especulação capitalista, mas não existe dinheiro para manter e desenvolver o sector produtivo.
Pela nossa parte, organizados na Comissão Nacional pela Ruptura com a União Europeia, consideramos que é preciso renacionalizar a Banca, tal como todos os outros sectores estratégicos da economia nacional (energia, transportes, seguradoras,…), para pôr em prática um plano de reconstrução nacional. Não são os trabalhadores que têm de suportar as consequências do sistema capitalista falido. Consideramos também que estas medidas não podem ser tomadas sem romper com a União Europeia e as suas instituições, condição para se poder construir uma União de Nações Livres e Soberanas de toda a Europa.
Mas, seja qual for a opinião que se possa ter sobre a necessidade de romper com a União Europeia, é urgente abrir o debate, para podermos clarificar toda esta problemática, para podermos dizer quais as propostas de acção que são necessárias e que fazem a unidade da população trabalhadora com as suas organizações.
Participa neste debate! Traz um amigo também!
Visite o blogue da RUE
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
A floresta exige mais cuidados
Prevenir vale mais do que remediar, mas não basta anunciar novas modalidades de organização da floresta e utilização de modernos equipamentos tecnológicos de vigilância.
Há mais de 15 anos, realizou-se uma reunião na sede da Associação Nacional de Municípios, em Coimbra, na qual estiveram representados a protecção civil municipal de vários concelhos, associações de bombeiros e em que foram oradores vários especialistas incluindo professores universitários que tinham publicado trabalhos sobre o tema.
Passados todos estes anos não se vêm resultados palpáveis a nível nacional, com uma estrutura racional das florestas, seus aceiros, vias de acesso, reservatórios de água, vigilância, etc. Aquilo que se esperava ser o pontapé de saída foi um passo inútil, sem resultados.
Localmente, têm surgido casos exemplares de vigilância da floresta, prevenção, sensibilização das populações, etc. Refiro de memória notícias sobre os concelhos de Alcains, Mortágua e Góis, e que os resultados são elucidativos.
Mas os fogos quando se desencadeiam, não respeitam os limites inter-concelhios e, por isso, não são suficientes as medidas isoladas locais, por melhores que sejam. É indispensável um plano nacional, elaborado com o fito na eficácia e não na visibilidade propagandística. Não basta que o MAI, no início de cada ano, prometa mais dinheiro. Este, só por si, pode nada representar do ponto de vista de resultados. O dinheiro apenas tem significado se for destinado a apoiar projectos bem avaliados e que se mostram bem estruturados e eficientes. Sem ideias e projectos bem delineados o dinheiro de nada serve.
Na Comunicação Social de hoje encontram-se vários títulos que demonstram uma certa motivação para encarar o problema. É preciso aproveitá-la Estamos na época para preparar planos que reduzam os efeitos dos fogos no próximo ano.
Ontem, no Porto, numa conferência integrada na Semana Europeia da Floresta, iniciativa lançada a 20 deste mês pelo Ministério da Agricultura, foi lançada pelo professor Domingos Xavier Viegas, do Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais e a Universidade de Coimbra, a ideia de ser elaborado um Plano Nacional de Prevenção na Interface Urbano-Florestal (IUF) para prevenir eventuais desastres ambientais. O Presidente da República, em contacto com os bombeiros referiu que o voluntariado nos bombeiros não pode ser fragilizado. Por seu lado, os Bombeiros querem estabilidade, e os guardas florestais exigem mais atenção às suas condições profissionais.
Perante isto, se o Governo não arranca a sério já, torna se alvo de graves críticas futuras. Uma decisão a tomar desde já, parece ser nomear um grupo de trabalho, pouco numeroso, com elementos independentes, alheios à função pública, com a incumbência de apresentarem um estudo com conclusões e propostas concretas, realistas. Deveria contar com técnicos de protecção civil, bombeiros, docentes universitários com trabalhos publicados, agrónomos, silvicultores, ecologistas.
A influência política só deveria surgir a jusante, depois de terminado o relatório final, para o analisar e tomar as devidas decisões. É um assunto demasiado importante para continuar circunscrito exclusivamente à iniciativa dos governantes.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
SER REVOLUCIONÁRIO
Ser revolucionário é ser solidário, tolerante e justo, é ver o mundo de forma diferente dos demais, é dar ao seu camarada aquilo que lhe sobra, é procurar a forma de construir um mundo diferente, nem que para tal dê a própria vida.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
A Robotização Existencial
Silêncio...
Vivemos cada vez mais numa sociedade desumanizada e alimentada por todos nós.
À pergunta – Então está tudo bem?
Respondemos automatica(mente) – Está tudo bem. E contigo?
Sem olharmos para a cara do nosso interlocutor.
Passados cinco minutos nem nos lembramos da Pessoa com quem interagimos.
São eles: Grupo Bilderberg, Maçonaria, Opus Dei, Vaticano, Comissão Trilateral, CFR, Illuminati entre muitos outros. Que lutam entre si e se toleram. Como por exemplo o Vaticano tolera a Opus Dei, por esta, ter um braço financeiro muito longo.
Escondem-se por detrás de seitas satânicas e compram tudo o que “Money can buy”.
Políticos, jornalistas, gestores, psicólogos, sociólogos, matemáticos, médicos etc...
São os grandes accionistas das grandes multinacionais que operam a uma escala global.
São os donos do mundo. Alguns excertos de pensamentos desses senhores:
Excerto de uma carta escrita por Rothschild Brothers de Londres a uma firma de banqueiros de Nova York em 25 de junho de 1863:
"As poucas pessoas que podem entender o sistema (dinheiro em cheques e créditos) vão estar tão interessados nos seus benefícios ou vão ser tão dependentes dele, que não farão a menor oposição. Por outro lado, a maioria das pessoas mentalmente incapaz de compreender a enorme vantagem que o capital extrai do sistema, carregará a sua carga sem se queixar e talvez sem suspeitar que o sistema é hostil (inimigo) aos seus interesses".
Sr. Phillip A. Benson, presidente da Associação dos Banqueiros Americanos, em 8 de junho de 1939:
"Não há maneira mais directa de se obter o controle de uma nação do que através do seu sistema de crédito (dinheiro) ".
Em Junho de 2005, o « The Financial Times » publicou um artigo, em que o antigo secretário de Estado Henry Kissinger, muito ligado aos negócios do petróleo, declarava:
« A procura e a competição pelo acesso à energia podem passar a ser fonte de vida ou de morte para muitas sociedades »
e acrescentava:
« Quando as armas nucleares estiverem disseminadas entre trinta ou quarenta países e cada um agir segundo os seus próprios cálculos , com menos experiência e a partir de sistemas de valores diferentes, teremos um mundo permanentemente ameaçado por catástrofes iminentes »
( Caroline Daniel “ Kissinger Warns of Energy Conflict “—The Financial Times , 1 de Junho de 2005).
Revista do banqueiro dos EUA, de 25 de agosto de 1924:
"O capital deve proteger-se a si mesmo de todas as maneiras possíveis, por combinação e legislação. As dívidas, os bónus e hipotecas devem ser cobrados o mais rápido possível. Quando pelos processos da lei, as pessoas perderem os seus lares, elas tornar-se-ão mais dóceis e governar-se-à mais facilmente sob a influência do braço forte do governo, aplicado por uma potência monetária central sob o controle dos principais financistas.
Esta verdade é bem conhecida entre os nossos principais homens agora empenhados em formar um império financeiro para governar o mundo.
Dividindo os votantes através do sistema político partidário, podemos fazer com que percam a sua energia na luta por questões sem importância real. Assim, por meio de acções discretas podemos assegurar para nós o que tem sido tão bem planeado e executado com tanto sucesso".
É evidente o desprezo e a arrogância.
Diz-se que o Estado, ficcionando a sociedade em classes separadas de privilegiados e carenciados, criou a Pobreza.
Há hoje 0,5% da população que detém 70% da riqueza, deixando os outros 99,5% da população competindo violentamente pelo restante.
Grupos que controlam as áreas fundamentais da vida das pessoas.
- Indústria Farmacêutica, Alimentar, Militar, Banca e Média.
Quando se dominava pela força e a injustiça era evidente – como 2+2 – hoje cria-se uma falsa aparência de decisão democrática. Em todo o mundo ocidental se criou uma espécie de binómio de direita/esquerda light que vai alternando numa suposta legitimidade democrática. Quando os políticos já estão “comprados” por estas forças superiores e transnacionais. A política essencial já está traçada noutros círculos.
Quem saia desta bitola de pensamento dominante logo é apelidado de extremista, irresponsável e por fim – a técnica preferida – a desacreditação. Em suma, marginalizado.
Por isso creio que realisticamente não poderá haver um País sozinho que corte radicalmente com este jogo de forças. Seria o mesmo que um Homem sozinho parasse com a sua força de braços um comboio em alta velocidade. Acabaria esmagado.
Tal é a complexidade financeira que a maior parte não entende os custos da contaminação. O dinheiro é a doença. E vale por quem lhe dê valor. A gigantesca economia norte-americana assente no seu desmesurado consumo é que acaba por dar valor ao dinheiro. Por exemplo os enormes excedentes monetários chineses e indianos aplicados em títulos do tesouro americano ficam valorizados em termos quantitativos. O dinheiro vindo do Arábia Saudita e afins de nada valeria sem o brutal consumismo americano. Isto das finanças e do valor que se dá ao dinheiro tem muito que se lhe diga.
Por exemplo eu, se tivesse 100 mil milhões de euros (o que seria muito bom) não o poderia aplicar em Portugal, porque, o nosso sistema financeiro não teria capacidade de absorver esse capital..
O sistema estremeceu e percebeu que se as pessoas não “puderem” pagar e não “poderem” comprar, o sistema entra em colapso.
Como proposta exequível, nos tempos que correm, será pela informação e desmontagem de assumpção em bases mentais sólidas e realistas, através do esclarecimento. Como alguns colegas Revolucionários dizem e muito bem – A Revolução são todos os dias.
Esta crise não está resolvida, mas sim, adiada na manipulação do Homo Sapiens Endividatus. O robotizado, por parte, da incomensurável crescente oferta da mão-de-obra que lhe retira A Capacidade de Decisão.
Não se curou as causas da droga, mas, os sintomas.

