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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Pedro Coelho Chama Estúpidos aos Portugueses.
Mais uma Vez. Terá razão?

Não há outro modo de interpretar as palavras do aborto e dos seus acólitos. Pelo menos para quem conheça um pouco a sua biografia de parasita partidário que conseguiu todos os tachos por ser militante assíduo, ainda que pouco brilhante em ideias.

Não obstante, na reunião dos tachistas parasitas e ladrões da sua oligarquia mafiosa, um tordo zurrou, aclamando esses delitos e defeitos como qualidades.

Como interpretar, também, o seu enorme abuso em gozar os portugueses, ao propor uma baixa de 5% nos ordenados dos políticos, deixando os restantes ganhos intactos? Como ousar avançar ridiculamente 5% e não 30% ou mais, dada a enorme disparidade? Eles estão em Portugal, pelo que os seus ganhos devem ser paralelos aos da restante população. Mais é um roubo, e ele defendeu o roubo gozando o povo. Como interpretar as suas palavras de protecção aos mais pobres, quando nada diz sobre o governo tirar-lhes o pouco que ainda têm e não tocar nos exploradores impunes que mais possuem? Como interpretar a sua defesa do povo, quando jamais avançou qualquer ideia ou opinião sobre acabar com as inumeráveis fundações e funções desnecessárias, em lugar de terminar com os subsídios de desemprego nesta altura fatídica? O mafioso só pode estar à espera da vez da sua oligarquia se apoderar desses postos inúteis para roubar impunemente. Ou não? Como nunca propôs que os cargos do estado fossem atribuídos por concurso, como nos outros países, em lugar de dados a ignorantes parasitas dos partidos?

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Consequências duma Justiça Podre
Só em Portugal

A justiça em Portugal é o que todos sabem e bem. O povo não está de modo algum enganado sobre o que diz nem do que pensa, pois que é ele quem sente os resultados profundamente na carne.

A corrupção na justiça, em que tanto a sua colaboração com o poder ilegal instalado (dos designados para o parlamento pelos seus partidos, p. ex., poucos são os eleitos que para lá vão, salvo os cabeças de lista), como as suas lutas contra ele o demonstram. Juízes e magistrados organizados em bandos a que chamam sindicatos.

Têm-se chagado a fazer processos que só se imaginam e tentam por esta lástima em que a justiça se encontra. Juízes incapazes e inexperientes, rapazolas ignorantes, corruptos como o resto da sociedade. Deste modo, tentando aproveitar esta balbúrdia, confusão e desordem, alguns, não poucos, intentam processos fundados em razões loucas e contrárias a todos os verdadeiros princípios de justiça. Porquê? Simples, pelo que ficou atrás e por terem muitas vezes sido aceite por esta justiça podre.

Tentando aproveitar a onda, o último caso mais flagrante foi o da Manuela Moura Guedes. Não obstante a sua condenação formal pelo Conselho Deontológico do próprio Sindicato dos Jornalistas e da ERC, assim como as reclamações do público em geral que choveram sobre o modo asqueroso como exercia a sua profissão (sempre assim se comportou) no seu malfadado noticiário, este monstro abjecto tem o desplante de intentar um processo por difamação contra o Sócrates.

Não é que ele seja digno de dó nem de consideração especial ou pessoal, mas as suas palavras foram até demasiado moderadas nas circunstâncias que essa ordinária criou. Esperava-se dele uma reacção muito maior e não a sobriedade com que assumiu a sua defesa de direito. Note-se que é isto que interessa a este propósito, da queixa e dos antecedentes directos apenas sobre este caso. Seja o Sócrates aquilo que for ou até mesmo aquilo que se quiser que ele seja, não é isso que está em causa, mas o comportamento da energúmena. Ainda que o Sócrates (ou qualquer um) fosse 100% culpado das suas acusações, nada mudaria a este caso.

Dos países mais ou menos civilizados, só em Portugal, devido ao estado deplorável da justiça e da mentalidade em geral, alguém se aventuraria a uma tal grosseria. O traidor Mário Soares pôs uma pala aos portugueses, que agora não vêm mais longe que a cloaca castelhana. Trata-se duma das mais baixas jornaleiras trapaceiras, pedante, falsa e desinformadora, pois que em lugar de informar, como deveria fazer pela sua profissão, tenta impingir as suas opiniões e ideias do modo ordinário condenado pelas instituições citadas. É um exemplo primeiro do baixo nível a que a maioria dos seus actuais colegas desceu.

É este caso, visivelmente, um facto resultante duma conjugação entre princípios e valores demonstrados por um ser abjecto e a desgraça que reina na justiça. Embora a sua clareza, lêem-se oportunistas que tentam dar razão aos baixos sentimentos e malignidade do ser abjecto, com o único intuito de lograrem todos os que forem incapazes de fazer a distinção (e que não são poucos), unicamente por sectarismo político. Com estes pensamentos retrógrados só se pode retroceder em lugar de avançar. Não admira, pois, o estado mental a que o país chegou e que provocou a miséria. Afinal, nem é o Sócrates quem está em causa, mas o que este caso significa. É necessário partilhar os mesmos sentimentos para se poder aprová-los.



Outras referências elucidativas sobre o mesmo caso publicadas no blog da Mentira! e muitos outros sítios:

Desinformação Generalizada

José Niza Sobre o Caso MMG – TVI

Demissões na TVI

Demissões na TVI (continuação)

Os Maiores Inimigos do Povo e do País

Comunicado do Conselho Deontológico no site do Sindicato dos Jornalistas

Comunicado do Conselho Deontológico sobre a ética dos jornalistas, já de de 2003, a que a corja não ligou.

Jornal Público

Diário de Notícias

E muitos, muitos mais... mas os fanáticos falsos não os vêm e negam-nos.



Este e outros artigos também publicados nos blogs do autor (1 e 2).

segunda-feira, 9 de março de 2009

CONTINUAMOS ENTREGUES À BICHARADA


«Descobriu-se» agora que o ministro da Economia, Manuel Pinho, terá feito duas viagens ao estrangeiro (Alemanha e Polónia) em «serviço», nos anos de 2005 e 2006, que orçaram a «irrisória» quantia de 42.546 euros (!!!) devidos pela requisição de um Falcon à Força Aérea Portuguesa.
Segundo o mesmo (Pinho), estas viagens foram de extrema importância nacional pois visaram captar investimentos estrangeiros para Portugal.
Sem querer discutir a importância ou não dos périplos, nem sequer alimentar lavagens de roupa sobre qual a entidade responsável pelo pagamento em dívida (como é costume neste país a bola agora anda de mão em mão), apraz-me apenas realçar o facto da necessidade de requisição de um avião militar para uma viagem de negócios que, penso eu (e não devo ser o único) podia perfeitamente ter sido feita numa qualquer companhia aérea de aviação civil, poupando largos milhares de euros ao erário público. Mesmo viajando em classe excutiva na TAP ou, por exemplo, LUFTHANSA (com escala em Frankfurt com ligação para a Polónia) e mesmo levando uma comitiva de 2 ou 3 pessoas, a viagem teria ficado certamente mais em conta.
Casos como este que não chegam ao conhecimento público, ou então chegam passados anos, serão inúmeros e demonstram mais uma vez que quem devia ser eleito para servir é na maioria das vezes eleito para se servir, desprezando o rigor e as contigências próprias de uma época económicamente difícil, em que amíude os governantes pedem «apertar dos cintos» à populaça e depois dão exemplos contraditórios de sentido inverso, mostrando a verdadeira face em regabofes gastronómicos, viagens de luxo e outros forrobódós tais.
E não vale a pena escamotear a questão apontando o dedo a este partido ou aquele, pois a bicharada que hoje em dia pulula na política nacional é toda do mesmo calibre, salvo honrosas excepções, que me parecem não pertencer aos meandros do poder actual e estarem moralmente muito longe deste tipo de fantochadas.
Por isso meus amigos, nas próximas eleições recuperemos uma velhinha citação e «anulemos o voto com uma frase revolucionária!».
A minha será esta: «A MELHOR FORMA DE VOTAR É ARRANCAR AS PEDRAS DAS CALÇADAS E ATIRÁ-LAS ÀS CABEÇAS DOS POLÍTICOS!».