Não há outro modo de interpretar as palavras do aborto e dos seus acólitos. Pelo menos para quem conheça um pouco a sua biografia de parasita partidário que conseguiu todos os tachos por ser militante assíduo, ainda que pouco brilhante em ideias.
Não obstante, na reunião dos tachistas parasitas e ladrões da sua oligarquia mafiosa, um tordo zurrou, aclamando esses delitos e defeitos como qualidades.
Como interpretar, também, o seu enorme abuso em gozar os portugueses, ao propor uma baixa de 5% nos ordenados dos políticos, deixando os restantes ganhos intactos? Como ousar avançar ridiculamente 5% e não 30% ou mais, dada a enorme disparidade? Eles estão em Portugal, pelo que os seus ganhos devem ser paralelos aos da restante população. Mais é um roubo, e ele defendeu o roubo gozando o povo. Como interpretar as suas palavras de protecção aos mais pobres, quando nada diz sobre o governo tirar-lhes o pouco que ainda têm e não tocar nos exploradores impunes que mais possuem? Como interpretar a sua defesa do povo, quando jamais avançou qualquer ideia ou opinião sobre acabar com as inumeráveis fundações e funções desnecessárias, em lugar de terminar com os subsídios de desemprego nesta altura fatídica? O mafioso só pode estar à espera da vez da sua oligarquia se apoderar desses postos inúteis para roubar impunemente. Ou não? Como nunca propôs que os cargos do estado fossem atribuídos por concurso, como nos outros países, em lugar de dados a ignorantes parasitas dos partidos?
Não obstante, na reunião dos tachistas parasitas e ladrões da sua oligarquia mafiosa, um tordo zurrou, aclamando esses delitos e defeitos como qualidades.
Como interpretar, também, o seu enorme abuso em gozar os portugueses, ao propor uma baixa de 5% nos ordenados dos políticos, deixando os restantes ganhos intactos? Como ousar avançar ridiculamente 5% e não 30% ou mais, dada a enorme disparidade? Eles estão em Portugal, pelo que os seus ganhos devem ser paralelos aos da restante população. Mais é um roubo, e ele defendeu o roubo gozando o povo. Como interpretar as suas palavras de protecção aos mais pobres, quando nada diz sobre o governo tirar-lhes o pouco que ainda têm e não tocar nos exploradores impunes que mais possuem? Como interpretar a sua defesa do povo, quando jamais avançou qualquer ideia ou opinião sobre acabar com as inumeráveis fundações e funções desnecessárias, em lugar de terminar com os subsídios de desemprego nesta altura fatídica? O mafioso só pode estar à espera da vez da sua oligarquia se apoderar desses postos inúteis para roubar impunemente. Ou não? Como nunca propôs que os cargos do estado fossem atribuídos por concurso, como nos outros países, em lugar de dados a ignorantes parasitas dos partidos?
