# Ferroadas
terça-feira, 6 de outubro de 2009
A POLÍTICA DOS POLÍTICOS
# Ferroadas
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Freeport : Sondagem da Univ. Católica
A maioria não é assim tão burra que vá outra vez votar em Sócrates (embora isto seja tudo gente “sem simpatia partidária”, ou seja talvez nesse dia nem vão votar!)
(Gente sem simpatia partidária é gente com quem os partidos não simpatizam ou é gente que não simpatiza com os partidos?)
Em suma: é uma sondagem, vale o que vale, mas não deixa de ser curioso que destes ainda haja 42% que roça com o dedo na ferida. Eu diria antes a actuação negativa da Justiça portuguesa, que a meu ver é o mais grave e perigoso que ressalta de mais este caso Freeport. Mas nada de que não suspeitássemos, não é verdade?
Resultados da Sondagem sobre o caso Freeport
A sondagem da U. Católica sobre o caso Freeport saiu hoje no JN. Alguns dados interessantes podem ser apurados, destacando-se a mossa que o caso está a ter na imagem do primeiro-ministro, nomeadamente entre os eleitores sem qualquer simpatia partidária.
- 61% dos inquiridos acha que Sócrates deixou coisas por esclarecer (65% dos quais não possui qualquer simpatia partidária);
- 43% dos inquiridos acredita que houve favorecimento no licenciamento do Freeport (47% dos quais não possui qualquer simpatia partidária);
- 31% dos inquiridos afirma que a sua opinião sobre José Sócrates piorou (31% dos quais não possui qualquer simpatia partidária).
De destacar também que 42% avalia negativamente a actuação das autoridades judiciais, 38% concorda com a existência de uma “campanha negra” e 44 % avalia positivamente a actuação da comunicação social.
domingo, 22 de junho de 2008
Um primeiro-ministro incomodado
Actualmente, é ele o primeiro-ministro e estes sintomas ditatoriais agravaram-se. Tomemos este exemplo bem significativo, ao qual demos destaque no Contracorrente, nesta notícia que publicámos, retirada do jornal Publico.pt. Ontem, José Sócrates recusou-se a comentar as críticas que tinham sido feitas pela presidente do PSD. Contudo não resistiu a afirmar que nos últimos três anos, ou seja, todos os que leva de governação, só tem havido da oposição "maledicência e "nenhuma proposta". Ora, no vocabulário português, "maledicência" significa "dizer mal". Mas... É evidente, se uma oposição dissesse bem, já não era oposição, não é verdade? Por outro lado, como é que se pode fazer oposição "sem propostas"? Em suma, estamos perante o permanente incómodo de um primeiro-ministro que foi eleito através de mecanismos próprios da democracia, mas que se dá mal com a prática do regime democrático.
