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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Pedro Coelho Contra os Direitos Humanos

Ultimamente, tem-se discutido sobre a intenção do PSD, apregoada pelo neoliberal ferrenho Pedro Coelho acerca das suas ideias sobre uma constituição que permita a destruição do sistema de saúde e consequente substituição por outro que consagre um sistema de classes.

Quer classes de ricos e pobres com direitos e regalias distintos? Será possível ser-se mais falso? Fácil de passar quando a própria população, nas suas conversas e no que escreve, admite a existência de classes, nomeando-as. Ou seja, o seu subconsciente sabe que a democracia neste país não existe, pois que havendo classes não pode haver democracia: ou uma ou outra, pois que na prática uma impede impreterivelmente a existência da outra.

«A Constituição não pode ficar cristalizada.» – Pedro Coelho, o hipócrita.

Nas democracias mais antigas, as constituições têm durado cerca de 100 anos ou mais. Nos EUA, parece que todos devam conhecer que tem mais de 220 anos. Em França, a constituição de 4-11-1848 durou até 1946. A constituição federal suíça de 28 de Maio de 1874 durou até 18 de Abril de 1999. De notar que países que sofreram grandes transformações com as consequentes das duas Guerras Mundiais, quase todos renovaram as suas constituições. Este caso, porém, não é o nosso, que não houve cá guerra.

Em vista destes dados reais, o Pedro Coelho revela-se assim um miserável ganancioso e irresponsável, em que as suas falsidades se baseiam numa incrível contradição da própria história.

Outro mito que este indivíduo tem criado é a confusão sobre o direito à saúde, a ponto de que muitos duvidam hoje sobre se esse direito é ou não um direito obrigatório democrático. O direito à saúde é muito mais do que isso. De acordo com todas as organizações mundiais de Direitos Humanos o direito à saúde faz parte integrante dos Direitos Humanos Universais.

sexta-feira, 27 de março de 2009

REAPRENDAMOS A NADAR COMPANHEIROS!



Ao longo de 35 anos temos vindo a ser defraudados consecutivamente no que respeita às conquistas adquiridas com a revolução de 25 de Abril, bem assim como ao rumo dado ao país por sucessivos (des)governos que apenas têm cada vez mais desbaratado os direitos dos trabalhadores e criado injustiça e degradação social, cavando um crescente e profundo fosso que separa os mais ricos dos mais pobres.
Não se trata de retórica e demagogia, os números reais do país real falam por si: os desempregados e os trabalhadores em situação precária aumentam todos os dias e as empresas falem (fraudelentamente ou não) em série; a Justiça funciona deficitariamente ou simplesmente não funciona, pelo menos para os mais desfavorecidos e carenciados que não têm recursos para contratar bons advogados; o sistema de saúde está podre, bastando entrar num centro de saúde para se perceber as condições precárias que estão à disposição dos utentes; o sistema educativo sofre contestação por parte de alunos e professores como nunca havia existido neste país; a corrupção, o compadrio, o lóbi e o lambe-botismo continuam em franco crescimento num país tradicionalmente permissivo a estes cancros sociais.
Por tudo isto e muito mais, e como o caminho que nos têm levado a seguir não é sistema, solução ou via para uma alteração profunda de mentalidades e políticas que visem uma maior justiça social, igualdade, solidariedade e desenvolvimento, é chegada a hora de dizer basta!
A hora é de união do POVO, que é e será sempre soberano, e de uma tomada de posição que possa repor um caminho diferente ao que temos vindo a seguir, tomando nas nossas mãos o direito e o dever de transformar esta sociedade em algo mais humano e justo que não a podridão neo-liberal em que estamos atolados.
A decisão é de todos, hoje!